Como conseguir Capital Inicial para investir em sua Franquia

Como conseguir Capital Inicial para investir em sua Franquia



Como conseguir Capital Inicial para investir em sua Franquia

Um dos maiores problemas dos empreendedores que querem começar seu próprio negócio é não ter um capital inicial para investimento. Este é o valor para começar o negocio que envolve gastos com aluguel do espaço, funcionários, compra dos diretos de usar a marca na sua franquia, compra de material para divulgação, dentre outros gastos que podem sair dos milhares para os milhões com bastante facilidade.

Se não há capital inicial guardado, como começar sua franquia? Existem formas de conseguir o valor para iniciar seu empreendimento seguro, com uma margem considerada razoável. Confira a seguir.

Empréstimos Bancários para Empreendedores

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Os empréstimos bancários costumam ser repelidos pelos juros altos. Muita gente nem considera buscar um empréstimo em um banco pelo alto valor dos juros. Mas nem sempre isso é verdadeiro, nem todo tipo de empréstimo é do tipo não pagável e você pode conseguir taxas baixas usando de alguns diferenciais. Os bancos costumam cobrar juros, às vezes alto, porque possuem tantas quantas formas de pagamento que você possa imaginar, então o importante é estudar uma forma que, no fim, não irá custar tanto que não compense.

Empréstimo para pessoa jurídica costuma ser mais em conta em juros e com melhores possibilidades de pagamento. Bancos possuem linhas de crédito bem amigáveis para micro empreendedor e com pagamentos a partir de 90 dias. A Caixa Econômica Federal, por exemplo, tem uma linha especial para quem deseja ser um franqueado, a Caixa Franquias, apenas para pessoa jurídica. O BNDES é uma ótima opção para pessoas jurídicas conseguirem seus empréstimos e começar sua franquia.

As regras, contudo, são as mesmas para qualquer empréstimo bancário. Não se pode estar no SPC/Serasa e nem dever ao próprio banco que estiver pedindo dinheiro. É preciso também ter um plano de negócios ou contrato da franquia para o banco avaliar se é viável emprestar o dinheiro e em quanto tempo ele irá retornar. Se for uma proposta muito boa de investimento, a instituição financeira pode liberar até mais do que você precisa.

Por isso é muito importante ter segurança no que vai fazer, então antes de ir negociar o empréstimo tenha em mãos todas as informações necessárias para seu negócio. Garanta que tenha feito um bom planejamento de custos e já calculado a média de tempo para retorno do capital. Quanto mais segurança você mostrar na hora de negociar o empréstimo, mais fácil será de consegui-lo.

Hipotecar um bem

O retorno com a modalidade franchising (mercado de franquias) é muito seguro e as chances de dar certo é muito alta, então por que não usar um imóvel como garantia para conseguir o dinheiro? Se você fizer tudo direitinho, terá seu capital de volta em um curto prazo (geralmente a partir de dois anos) e poderá pagar sua hipoteca, recuperando seu imóvel e ao final disso tudo estará à frente de uma fonte altamente lucrativa.

A hipoteca tem a vantagem de que seus juros, geralmente são mais baixos que os bancos, já que é um empréstimo com garantia. Se o banco sabe que pode ganhar algo se a divida não for paga e isso é uma certeza, é possível usar seu bem como garantia sem qualquer problema.

Recursos Próprios

Dependendo do valor da franquia, compensa investir em um negócio que dê altos lucros em prazos curtíssimos, mas que não tendem a durar muito, como a venda de camisas personalizadas ou manufaturas que você e seus familiares podem produzir. Você pode conseguir o dinheiro para abrir uma franquia vendendo alguns bens de casa ou ainda investindo em revenda de produtos baratos, como importados.

Possivelmente você pode conseguir altos ganhos vendendo móveis e eletroeletrônicos que não lhe farão tanta falta, sendo que em pouco tempo você terá sua fonte de renda melhorada e lucrativa ao ponto de comprar novamente o que tenha vendido com a vantagem de poder comprar produtos novos.

Consiga um sócio investidor

É muito comum de se ver pessoas com capital para investir, mas sem disponibilidade ou afinidade para tocar um negócio. Você pode encontrar um sócio investidor para dividir os custos e tarefas do empreendimento. Muitas franquias permitem a possibilidade de mais de dois sócios empreenderem o negócio, dependendo do ramo os ganhos são tão altos que mesmo dividindo entre cinco sócios ainda fica bom para todos.

Então como você pode ver, caro leitor, existe muitas formas para conseguir capital e dar início a seu negócio. Em pouco tempo você terá seu dinheiro retornado e a cada ano verá sua renda aumentar consideravelmente.

Veja o vídeo a baixo de uma reportagem a onde explica um pouco mais sobre como conseguir capital para abrir uma franquia:


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Como abrir seu Próprio Negócio!

Como abrir seu Próprio Negócio!



Como abrir seu Próprio Negócio!

Investir em seu próprio negócio não é uma tarefa simples, você tem que saber onde e como aplicar seu capital, trabalhar bastante pelo investimento para, com uma boa expectativa ter o capital de volta em alguns anos e começar a colher lucros.  É um árduo caminho no mercado competitivo do Brasil.

Por isso você deve buscar meios que vão te trazer alguma segurança e garantia de sucesso e abrir uma franquia é uma maneira de você “pegar carona” com marcas e empresas, muitas vezes bem consolidadas no mercado, com seu espaço e público definidos e o que é melhor, uma vasta cadeia de informações baseadas em experiências sustenta a rede de relacionamentos entre as franquias e as franqueadores.

Essa modalidade de negócio se torna uma das mais seguras porque as franquias dão todo suporte que os franqueados possam precisar para manter um constante crescimento para ambos os lados, esse apoio, que vai desde a hora de planejar o ponto até a entrega do produto final para o cliente, é fundamental para manter um padrão que vai facilitar a vida de qualquer empresário.

Se você quer saber como abrir uma franquia, continue lendo e verá que, apesar de ser um mercado bem extenso, esse de franchising (franquia em inglês), não é difícil escolher por onde começar a triplicar seu orçamento e crescer cada vez mais.

Como escolher o nicho?

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Primeiramente, o que é um nicho? Você vai ver bastante esse termo daqui para frente, então é bom saber que nicho é nada mais que um segmento de mercado que já tenha seu público alvo, bem definido ou não, mas que já existam necessidades para serem satisfeitas de alguma forma.

Escolher o nicho é um dos pontos mais importantes, e acertar nessa questão é fazer uma base sólida para seu negócio, imagine abrir um restaurante vegetariano em uma cidade onde todas as pessoas comem carne, não iria muito longe, concorda? Então nunca é muito debruçar-se bastante sobre a escolha do nicho antes de qualquer coisa, mas como você pode começar?

A primeira coisa a se fazer é uma lista com as principais necessidades, principalmente se elas são pouco ou não são atendidas em sua região. Com essa lista em mãos você vai estudar as franquias disponíveis entre as principais necessidades e por fim escolher dentre essas as que melhor se encaixam em seu orçamento.

Claro que algumas franquias, menores e menos conhecidas que outras, podem estar atuando em um nicho que não tenha muita expectativa de crescimento e retorno, mas pode ter certeza que as maiores empresas não dão passos em falso. Você deve contar com uma pitada de empreendedorismo criativo para prever uma necessidade em sua cidade de atuação, isso te colocará na frente dos concorrentes e isso dá uma boa vantagem no orçamento final.

Quanto custa uma franquia?

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Como já disse no começo do texto, franchising é uma relação estabelecida entre a franquia e o franqueado onde ambos crescem juntos e um faz pelo outro. Então vocês serão uma espécie de parceiros, enquanto você, como franqueado  tem custos para abrir e manter o negócio, a outra parte, a franquia tem o compromisso de dar total suporte para manter o crescimento de sua rede.

Cada empresa tem sua tabela de custos, algumas cobram royalties, outras não, a maioria delas cobram algumas taxas, como taxa de franquia. Então no exato momento que você escolhe com qual franquia vai trabalhar, já existe alguns custos que você deve levar em consideração.

O total do investimento varia muito de acordo com o tamanho da estrutura que você pretende montar, ou da marca que você estará usando, ou seja, da empresa que você tiver escolhido. Mas isso não quer dizer que quanto maior a marca, mais cara será a franquia, isso não é regra. Os custos, principalmente com taxas como a taxa de franquia, das maiores como Mc Donalds, estão entre a média de preços.

O que é a COF?

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A COF (Circular de Ofertas de Franquias) é o documento que vai te dar a garantia de que a empresa franqueadora vai agir com a maior clareza para contigo. A Lei 8.955/94 destaca todas as informações que devem conter a COF e ainda dá dez dias para você analisa-la sem que você corra o risco de perder o negócio.

Nele há todas as informações que você precisará para avaliar sobre a empresa como idoneidade fiscal, nomes, endereços e contatos da empresa e de todos os franqueados, custos e expectativas para retorno do investimento, sobre o padrão de qualidade do produto ou sobre a situação da marca no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI).

Também consta no COF os deveres e obrigações que você estará assumindo para com a marca, ou sobre como deverá ser o perfil do franqueado. Também há na Circular normas de condutas e morais que o empreendedor deverá assumir para firmar uma boa relação com a empresa franqueadora.

Cuidados ao avaliar uma franquia para investir

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Qualquer tipo de investimento demanda cuidados de sua parte para que seu dinheiro não seja desperdiçado ou mal aplicado e mesmo que a franquia traga uma certa segurança por contar com a experiência e controle de qualidade da marca, é preciso que se tome alguns cuidados ao abrir uma franquia.

Um deles é a escolha do nicho, não adianta você tentar vender um produto, por melhor ou mais competitivo que seja, em um mercado que não há espaço para ele. Então o planejamento nesse ponto se torna vital para seu negócio dar certo. Pedir ajuda para especialistas ou contratar algum tipo de consultoria nesse sentido não é exagero, pelo contrário, vai aumentar ainda mais a garantia de sucesso.

Outro ponto que você deve levar em consideração é a abrangência do suporte que a franqueadora oferece, se cobre os planejamentos iniciais e finais, se a campanha de marketing é padronizada para melhor atrair o público (geralmente as maiores marcas tem suas campanhas vetadas e oferecem mesmo as mídias para garantir essa padronização).

Você deve perceber também se a empresa franqueadora oferece treinamento de pessoa e em quais áreas, as melhores parceiras oferecem treinamentos que vão desde os atendentes diretos até você e seus sócios. Também é comum que, ao abrir uma franquia você tenha todo o material necessário para administrar a empresa, que vão desde softwares de controle até planilhas de planejamento.

Você tem um Plano de Negócios?

Plano-de-Negócios

Plano-de-Negócios

Como foi dito, é muito importante que haja planejamento e isso se aplica a tudo o que você for fazer, principalmente ao investir altas quantias de seu capital suado. Por isso uma boa maneira de começar com o pé-direito é contratar esse serviço de um profissional.

É um custo a mais que vale muito para que você não comece errado. O profissional, pode ser um consultor de negócios, irá redigir um documento informando a você se aquele empreendimento tem boas ou más expectativas no mercado que irá atuar, contendo dados como prazo para retorno do capital, melhor área da cidade para abrir a loja, e muitos outros.

Não é aconselhável investir em um nicho “às escuras”, por isso mesmo o Plano de Negócios é muito importante ao abrir uma franquia, tanto que as franqueadoras trazem no COF seu próprio planejamento.

Viu como, no final das contas, não é tão complicado abrir uma franquia? Se você agir com calma, assegurando-se de profissionais, tanto para o planejamento quanto com os próprios consultores que a franqueadora oferece, não terá muitas chances de investir errado.


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A importância do Fracasso na Vida e na Carreira

A importância do Fracasso na Vida e na Carreira



A importância do Fracasso na Vida e na Carreira

Cuidado com as receitas de auto-ajuda e os modelos de sucesso pré-fabricados. Não existem conquistas fáceis.

“Estou certo de que nossa indisposição para ouvir a respeito de qualquer outra coisa que não seja o sucesso nos torna especialmente vulneráveis ao fracasso que tememos”. Para quem imagina que esta é uma frase de algum psicólogo ou guru de auto-ajuda devo informar que está profundamente enganado. Ela é a conclusão de um recente artigo escrito pelo respeitado economista Paul Krugman, do Massachusetts Institute of Technology (MIT), intitulado “Sem tempo para perdedores”.

O atual cenário em que vivemos – mudanças de paradigmas, incertezas mundiais e nacionais, ambiguidade, perdas financeiras, rompimento de modelos etc. – coloca em cheque todo um sistema que criou modelos de sucesso como busca de um estado permanente. Isto produziu nas pessoas, e especialmente nos sistemas de carreiras profissionais, um grande despreparo para lidar com fracassos, frustrações ou reveses. Especialmente porque o sentimento de manter-se sempre otimista parecia evitar situações adversas. Mas o que isto provoca é uma fuga da realidade. Ou, o que é pior, um total despreparo para encarar e administrar a realidade.

As análises que procuram comparar o atual momento sócio-econômico do mundo com a grande depressão de 1929/1930 são quase unânimes em demonstrar condições muito diferentes. A velocidade da informação entre mercados e países cria uma dinâmica mais intensa que exige outros parâmetros e ações. Estamos mais vulneráveis com a inter-dependência gerada pela globalização.

Mas o que não mudou foi a necessidade do ser humano de compreender todos estes fenômenos nas suas implicações sobre o seu comportamento e condutas. Negar a realidade ou criar “escudos” psicológicos de otimismo artificial podem terminar apresentando efeitos muito piores no médio e longo prazos. E não apenas sobre a nossa geração, mas as que nos seguem.

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E a realidade é mutante e desafiadora no sentido de que muitas vezes podemos extrair excelente aprendizado daquilo que não deu certo ou não funcionou tão bem. Como dizia Machado de Assis quando se referia ao passar biológico do tempo, podemos pintar os cabelos, esticar a pele, mas tudo isto é externo. Interiormente, o tempo e seus efeitos persistem.

Portanto, é conveniente não apenas aceitarmos as alterações biológicas, ou psicológicas. Mas encará-las com as limitações e aprendizados que a vida nos proporciona.

Infelizmente nossos modelos de êxito e felicidade estão equivocadamente apoiados na conquista da fama. Mas esta nem sempre vem devidamente acompanhada de felicidade ou sucesso. São estados e sentimentos diferentes. Os inúmeros exemplos de fama que a mídia apresenta não garantem referências de felicidade pessoal e profissional.

Voltando ao artigo de Krugman quando se refere à sociedade americana, diz ele que “faria muito bem aos americanos se lessem livros de negócios que enfocam não apenas histórias de sucesso.”

E isto se referindo a uma das sociedades onde mais se proliferam os gurus do otimismo, pastores eletrônicos, disque-felicidade, literatura de auto-ajuda e outras formas ou modelos em que o êxito é colocado como um estado a ser mantido permanentemente.

O grande risco destas formulas é que orientam as pessoas a manterem um estado de otimismo exterior. Ou seja, passando aos demais a impressão de que está “tudo muito bem” quando na realidade têm dificuldades para lidar com as incertezas e questionamentos individuais. Evitam olhar-se na perspectiva de um espelho interior.

Muitas pessoas que conseguem manter a aparência estão despreparadas para o confronto com a intimidade e suas próprias inseguranças. Para isso a maioria dos programas de auto-ajuda não habilitam as pessoas.

Voltando às observações de Krugman, quando fala dos executivos e empresários, diz que “embora de maneira inconsciente, a carreira empresarial exige uma enorme profundidade emocional. Uma atitude irônica ou um senso trágico da vida poderá torná-lo uma pessoa mais interessante. Mas poderá também prejudicar a perspectiva positiva que você precisa ter para tornar-se um executivo ou empresário de sucesso. E a literatura de negócios que quiser apenas conhecer coisas positivas está perdendo muito.”

Confio que está ficando mais claro para muitos profissionais que, tendo que lidar com uma sociedade com tanta complexidade e incertezas como a atual, não existe uma solução única. E sonhar continua sendo importante. Mas não basta imaginar que existam formas mágicas que nos isolam ou impermeabilizam frente à realidade.

Aprender a lidar com as transições da vida, desemprego, aposentadoria, obsolecência veloz, queda de paradigmas, decepção com heróis etc. vai, a cada dia, tornar-se mais necessário.

Uma das grandes demandas do cenário atual é a exigência de criar capacidade de administrar de forma produtiva o fracasso e tirar dele o aprendizado necessário. Ou como diz Daniel Piza nos seus “aforismos sem juízo” que “não gostamos da depressão porque quando estamos nela nos sentimos próximos da verdade”.


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Formação e Proteção do Nome Empresarial

Formação e Proteção do Nome Empresarial



Formação e Proteção do Nome Empresarial

A atividade empresarial, nela compreendidas as áreas da indústria, do comércio e do serviço, deve ser exercida sob os ditames da legislação específica, tanto do ponto de vista fisco-tributário, quanto no âmbito do direito empresarial e normas afins.

Nesse contexto destacamos as normas ou regras que devem ser atendidas antes do início das operações, quais sejam, os procedimentos de registro e proteção da identidade da empresa – o nome empresarial, que é o elemento de identificação da empresa nas suas relações negociais ou em quaisquer outras vinculações em que venha figurar como parte interessada.

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Estendendo o entendimento sobre o tema, o Código Civil em seu artigo 1.155 determina que se considera nome empresarial a firma ou a denominação adotada para o exercício de empresa. Expressa ainda que se equipara ao nome empresarial, para os efeitos da proteção da lei, a denominação das sociedades simples, associações e fundações. Assim, embora não estejam vinculadas à atividade empresarial, as denominações das sociedades simples e das associações como pessoas jurídicas, estarão protegidas segundo o disposto para o nome empresarial.

A Lei 8.934/94 que dispõe sobre o Registro Público de Empresas Mercantis e Atividades Afins, dentre os temas vinculados, estabelece que o nome empresarial obedecerá aos princípios da veracidade e da novidade e sua proteção quanto à exclusividade de uso decorre automaticamente do arquivamento dos atos constitutivos de firma individual e de sociedades, ou de suas alterações.

O Departamento Nacional de Registro do Comércio, órgão de âmbito federal e responsável pela edição de normas específicas sobre o tema, considerando a necessidade de uniformizar e atualizar os critérios para o exame dos atos submetidos ao Registro Público de Empresas Mercantis e Atividades Afins, no que se refere ao nome empresarial e sua proteção, publicou a Instrução Normativa n. 99, de 21 de dezembro de 2005 tratando da matéria, cujos principais pontos destacamos a seguir:

1. Estabelece a referida Instrução Normativa que nome empresarial é aquele sob o qual o empresário e a sociedade empresária exercem suas atividades e se obrigam nos atos a elas pertinentes. O nome empresarial compreende a firma e a denominação. Não existe mais na legislação a expressão “razão social”, que foi abolida pelo Código Civil.

2. Firma é o nome utilizado pelo empresário, pela sociedade em que houver sócio de responsabilidade ilimitada e, de forma facultativa, pela sociedade limitada.

3. Denominação é o nome utilizado pela sociedade anônima e cooperativa e, em caráter opcional, pela sociedade limitada e em comandita por ações.

4. O nome empresarial atenderá aos princípios da veracidade e da novidade e identificará, quando assim exigir a lei, o tipo jurídico da sociedade. O nome empresarial não poderá conter palavras ou expressões que sejam atentatórias à moral e aos bons costumes.

5. Observado o princípio da veracidade: I – o empresário só poderá adotar como firma o seu próprio nome, aditando, se quiser ou quando já existir nome empresarial idêntico, designação mais precisa de sua pessoa ou de sua atividade;

II – a firma:
a) da sociedade em nome coletivo, se não individualizar todos os sócios, deverá conter o nome de pelo menos um deles, acrescido do aditivo “e companhia”, por extenso ou abreviado;
b) da sociedade em comandita simples deverá conter o nome de pelo menos um dos sócios comanditados, com o aditivo “e companhia”, por extenso ou abreviado;
c) da sociedade em comandita por ações só poderá conter o nome de um ou mais sócios diretores ou gerentes, com o aditivo “e companhia”, por extenso ou abreviado, acrescida da expressão “comandita por ações”, por extenso ou abreviada;
d) da sociedade limitada, se não individualizar todos os sócios, deverá conter o nome de pelo menos um deles, acrescido do aditivo “e companhia” e da palavra “limitada”, por extenso ou abreviados;

III – a denominação é formada com palavras de uso comum ou vulgar na língua nacional ou estrangeira e ou com expressões de fantasia, com a indicação do objeto da sociedade, sendo que:
a) na sociedade limitada, deverá ser seguida da palavra “limitada”, por extenso ou abreviada;
b) na sociedade anônima, deverá ser acompanhada da expressão “companhia” ou “sociedade anônima”, por extenso ou abreviadas, vedada a utilização da primeira ao final;
c) na sociedade em comandita por ações, deverá ser seguida da expressão “em comandita por ações”, por extenso ou abreviada.

5.1. Na firma, observar-se-á, ainda:
a) o nome do empresário deverá figurar de forma completa, podendo ser abreviados os prenomes;
b) os nomes dos sócios poderão figurar de forma completa ou abreviada, admitida a supressão de prenomes;
c) o aditivo “e companhia” ou “& Cia.” poderá ser substituído por expressão equivalente, tal como “e filhos” ou “e irmãos”, dentre outras.

5.2. O nome empresarial não poderá conter palavras ou expressões que denotem atividade não prevista no objeto da sociedade.

6. Observado o princípio da novidade, não poderão coexistir, na mesma unidade federativa, dois nomes empresariais idênticos ou semelhantes.
6.1. Se a firma ou denominação for idêntica ou semelhante a de outra empresa já registrada, deverá ser modificada ou acrescida de designação que a distinga.
6.2. Será admitido o uso da expressão de fantasia incomum, desde que expressamente autorizada pelos sócios da sociedade anteriormente registrada.

7. Não são registráveis os nomes empresariais que incluam ou reproduzam, em sua composição, siglas ou denominações de órgãos públicos da administração direta ou indireta e de organismos nacionais e internacionais.

8. Ficam estabelecidos os seguintes critérios para a análise de identidade e semelhança dos nomes empresariais, pelos órgãos integrantes do Sistema Nacional de Registro de Empresas Mercantis – SINREM:
I – entre firmas, consideram-se os nomes por inteiro, havendo identidade se homógrafos e semelhança se homófonos;

II – entre denominações:
a) consideram-se os nomes por inteiro, quando compostos por expressões comuns, de fantasia, de uso generalizado ou vulgar, ocorrendo identidade se homógrafos e semelhança se homófonos;
b) quando contiverem expressões de fantasia incomuns, serão elas analisadas isoladamente, ocorrendo identidade se homógrafas e semelhança se homófonas.
9. Não são exclusivas, para fins de proteção, palavras ou expressões que denotem: a) denominações genéricas de atividades;
b) gênero, espécie, natureza, lugar ou procedência;
c) termos técnicos, científicos, literários e artísticos do vernáculo nacional ou estrangeiro, assim como quaisquer outros de uso comum ou vulgar;
d) nomes civis.

Destaque-se que não são suscetíveis de exclusividade letras ou conjunto de letras, desde que não configurem siglas.

10. No caso de transferência de sede ou de abertura de filial de empresa com sede em outra unidade federativa, havendo identidade ou semelhança entre nomes empresariais, a Junta Comercial não procederá ao arquivamento do ato, salvo se:
I – na transferência de sede a empresa arquivar na Junta Comercial da unidade federativa de destino, concomitantemente, ato de modificação de seu nome empresarial;
II – na abertura de filial arquivar, concomitantemente, alteração de mudança do nome empresarial, arquivada na Junta Comercial da unidade federativa onde estiver localizada a sede.

11. A proteção ao nome empresarial decorre, automaticamente, do ato de inscrição de empresário ou do arquivamento de ato constitutivo de sociedade empresária, bem como de sua alteração nesse sentido


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3 Conceitos Chave para ser Bem Sucedido em seus objetivos

3 Conceitos Chave para ser Bem Sucedido em seus objetivos



3 Conceitos Chave para ser Bem Sucedido em seus objetivos

A palavra sucesso pode impelir-nos para a ideia de sermos reconhecidos por grande feitos, por ganharmos muito dinheiro, sermos uma figura pública, vencedores num esporte, subir na carreira. Mas, sucesso, de forma simples, pode ser considerado toda e qualquer ação, pensamento ou atitude que cumpra um objetivo previamente estabelecido. Seguindo esta ideia, para alcançar o sucesso é importante adotar e aplicar estratégias sólidas de forma coerente ao longo do tempo. Os alicerces para o sucesso tem tudo a ver com a atitude que se toma. Tem tudo a ver com a capacidade de manter em mente a ideia que se pretende materializar e agir assertivamente.

Charles Swindoll, disse: “A atitude é mais importante do que o passado, que a educação, que o dinheiro, que as circunstâncias, que o que as pessoas fazem ou dizem. É mais importante do que a aparência, a habilidade ou superdotação “.

Estes são princípios a levar em consideração para quem pretende ser bem sucedido no seu dia a dia ou num objetivo maior. Independentemente de qualquer outra coisa que você possa ter feito ou não na sua vida, o sucesso está sempre ao seu alcance. Os três conceitos chave que explicarei mais adiante, permitirão criar a base para potenciar as suas motivações.

Abrir a sua mente em torno destas ideias é crucial para o seu sucesso no futuro. Não pretendo transmitir a mensagem que estes conceitos são mágicos, e que tudo o que estiver sendo programado sobre a alçada destes princípios terá sucesso. Nada disso. No entanto, afirmo peremptoriamente que aplicando os três conceitos chave, certamente você irá colocar-se num estado mental vantajoso.

1. RESPONSABILIDADE PESSOAL

Os resultados que você alcança (ou suporta) são um produto das suas ações. É hora de parar de culpar o seu cônjuge, o seu chefe, os seus pais e quem mais você acha que é injusto com você. Não importa o que alguém fez ou deixou de fazer, você escolhe a sua resposta e, portanto, você é o principal responsável. Não estou dizendo que as pessoas, o ambiente ou a condições não possam influenciar negativamente os resultados. Claro que sim. Claro que isso por vezes acontece. Mas a resposta que você dá, e aquilo que decide fazer após as dificuldades sentidas, isso depende inteiramente de você.

Coisas ruins acontecem com pessoas boas. Supere isso. É hora de seguir em frente. Você pode ter sido vítima num  determinado ponto na sua vida, mas provavelmente isso acabou e pertence agora ao passado. Escolha  assumir a responsabilidade pela sua vida a partir deste ponto em diante. Até que você faça isso, você permanecerá preso. Liberte-se do passado e siga em frente com a sua vida.

Nós todos temos caminhos a trilhar e obstáculos a ultrapassar na subida para o sucesso. Até que perceba que ninguém vai percorrer esse caminho por você. Até você aceitar a plena responsabilidade pelo seu sucesso (ou falta dele). Até que você pare de dar desculpas para si mesmo. Você nunca será capaz de atingir o seu pleno potencial. De uma vez por todas liberte-se da sua carga emocional negativa reestruturando o seu pensamento para uma forma mais capacitadora de olhar para si mesmo. Olhe para si de forma mais positiva e capaz. Você é detentor de um enorme potencial que está à sua espera para ser expresso.

SUCESSO

2. BONS HÁBITOS

Podemos chamar ao conjunto de ações e comportamentos que promovem o sucesso, de bons hábitos. Podemos igualmente falar em força de vontade ou autodisciplina. Se você quisermos ser bem sucedidos, quer seja recuperar de um problema psicológico, subir na carreira ou simplesmente melhorar um relacionamento, certamente beneficiaremos em estruturar a nossa vida, de tal maneira que repetidamente através da implementação de uma estrutura mental positiva , iremos expressar pensamentos, atitudes e comportamentos positivos. Uma nova forma de pensar, sentir e agir edificará uma nova forma de ser mas preparada para construir soluções que levem aos sucesso.

Uma pessoa sábia, disse: “Primeiro, você faz os seus hábitos, depois os seus hábitos fazem você”.

Tenho recebido muitos emails de pessoas que me dizem que gostariam de ser de uma outra forma, de agir de uma determinada maneira ou até mesmo passar a pensar de forma mais positiva. A questão que coloco sempre, é porque não o faz? Por vezes as pessoas querem coisas tão simples, tão ao seu alcance, que paradoxalmente lutam contra elas mesmo sabotando os seus objetivos. Na grande maioria das vezes isso sucede porque criaram a crença de que é necessário algo de extraordinariamente complexo, difícil e complicado para alcançarem o que desejam. Este tipo de pensamento ou crença torna-se no principal obstáculos à mudança, e consequentemente afasta a pessoa do sucesso pretendido.

Se você quer ser bem sucedido, um passo simples, mas de enorme impacto positivo tem de ser dado. Incorporar o pensamento, fundir-se à ideia, agir de acordo com o que perspetiva e ser do jeito que você precisa ser para alcançar o sucesso que deseja. Mas como? Simplesmente agindo da forma que diz que gostaria de agir. Ser da forma que diz que gostaria de ser. Pensar da forma que diz que gostaria de pensar. Parece ridículo  mas este é o passo que tem de ser dado. Se você precisa cortar o cabelo, em seguida, corte o cabelo. Se você precisa de um fato novo, então compre um fato novo. Se você precisa elaborar um orçamento, em seguida, elabore um orçamento. Se você precisa de enfrentar o seu chefe, então, encontre uma forma eficaz de fazê-lo. Pare de sabotar-se, pare de ser ineficaz, e de ter atitudes derrotistas. Torne as coisas simples e tome a ação que você precisa fazer para ter sucesso.

Saiba o que as pessoas fazem para obter sucesso na área em que você quer ter sucesso e, em seguida, siga os seus passos. Eu não estou sugerindo que você tem de imitar ou copiar o trabalho de alguém. Nem um pouco. Mas, eu estou dizendo para você aprender com eles e inspirar-se neles. Uma ótima maneira de começar a desenvolver os hábitos corretos é encontrar um mentor disposto a trabalhar com você.

3. ADAPTABILIDADE

Se você quer ter sucesso, se pretende alcançar os objetivos a que se propõe, então você deve ser capaz de adaptar-se. E para adaptar-se, inevitavelmente você vai ter de mudar. Não tem de mudar a si mesmo, nem a sua personalidade, nada disso. O que vai ter de mudar é a forma como encadeia o seu pensamento. Para mudar é necessario aprender algo, estou a falar em aprender a felixibilizar o seu pensamento, de forma a que encontre estratégias funcionais de raciocinar que o levem a agir de maneira a que sirva os seus propósitos. Você precisa crescer, desenvolver-se, inovar e evoluir na forma como estrutura o seu pensamento. O mundo não é fixo, assim, você também não deve ser. A adaptabilidade é uma habilidade promotora de sucesso.

A reter: Aceitar a possibilidade de mudança é um propulsor da adaptabilidade .


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