12 Coisas que aprendi trabalhando em Home Office

12 Coisas que aprendi trabalhando em Home Office



12 Coisas que aprendi trabalhando em home office

12 coisas que aprendi trabalhando em home office


1. Sobra tempo
Com menos interrupções, reuniões e trânsito, o trabalho rende mais no home office. Muito mais. Consigo terminar em algumas horas o que levava um dia inteiro (e o início da noite) para fazer na agência onde eu trabalhava. Estas horas que sobram, uso para trabalhar mais (e ganhar mais dinheiro) ou para lazer. É tudo de bom.


2. Empreender é andar na montanha-russa. Então divirta-se!
As fases de trabalho intenso são estafantes. E quando a pauta de trabalhos está vazia é desesperador. Por mais que a gente se planeje, prospecte, feche contratos, estabeleça metas, um mês sempre vai ser diferente do outro. Alguns serão muito produtivos, outros nem tanto. Mas isso faz parte de empreender, seja em casa ou fora dela. A verdade é que a gente nunca se acostuma com os altos e baixos. Sempre vai ter um pouco de emoção, angústia, ansiedade, euforia, alegria, adrenalina. Relaxe e aproveite o passeio.


3. O home office é um paraíso. Mas saia dele de vez em quando
Acorda, toma café, trabalha, almoça, trabalha, janta, trabalha de novo e dorme. O dia todo sem sair de casa nem ver outra alma viva. Isso é um perigo. Isso enlouquece o cara. Isso faz muita gente desistir do home office. Por isso, é importante sair de casa pelo menos uma vez por dia. Tão importante que tem que colocar na agenda. Almoço com amigos, academia, passear com o cachorro, tomar um ar fresco. O home office é o paraíso. Mas mesmo o paraíso, sem ninguém para conversar, acaba virando um inferno.


4. Algumas “coisas” ajudam muito
A gente não precisa de muita coisa pra começar a trabalhar em casa. Um computador e um bom sinal de internet já resolvem o básico. Mas algumas coisas ajudam muito a aumentar a produtividade no home office. Na parte “home”, uma máquina lava e seca agiliza o trabalho doméstico. A lava-louças idem. E uma cafeteira com cápsulas é ótima para reuniões. No “office”, uma cadeira profissional salva a coluna. Um fone de ouvidos com anulador de ruídos ajuda a se concentrar. E uma internet ultra-rápida muda a vida.


5. Gastar menos é tão eficaz quanto ganhar mais. E dá bem menos trabalho
Controlar os gastos foi o que viabilizou o home office para mim. Subir a montanha é muito mais fácil quando a gente carrega uma mochila leve. Felizmente o home office já é econômico por natureza: não existe o gasto com aluguel de sala comercial e economiza-se com gasolina, energia elétrica, estacionamento e remédios para estresse. Mesmo assim, as contas vão chegar. Todos os meses. Por isso, é preciso estar sempre pensando em como cortar custos fixos e eliminar supérfluos. Só para dar um exemplo, uma das primeiras coisas que eu fiz no começo do home office foi vender o nosso segundo carro. E quer saber? Até hoje não fez falta.


6. Uma boa equipe de apoio faz a diferença
Demorou uns anos, mas consegui reunir uma equipe de apoio ágil, motivada e competente. Quando aparece um trabalho mais complexo, aciono minha rede de home officers e dividimos as tarefas. Outras atividades como contabilidade, faxina, registro de marcas e patentes, jardinagem, secretariado, eu terceirizo com fornecedores confiáveis. Assim, consigo focar no que sei fazer e deixo o resto para os especialistas. Outra coisa que aprendi é que fornecedores falham. Por isso é sempre bom ter na manga uma lista Plano B.


7. Home office não é uma unanimidade
Muita gente sempre apoiou o fato de eu trabalhar home office. Mas não é todo mundo que curte a ideia. Para alguns clientes, amigos e familiares, home office é sinônimo de assistir TV o dia todo de pijamas. Para me manter firme no propósito de trabalhar em casa, tive que me afastar de algumas pessoas e perder alguns clientes. E isso foi ótimo. Hoje em dia tenho certeza que todas as pessoas próximas torcem por mim e pelo sucesso da minha empresa home-based. Essa energia positiva é fundamental.


8. É fácil se perder na curva
No home office é assim: vacilou, trabalhou demais. Ou perdeu o prazo. Ou ficou fazendo três coisas ao mesmo tempo (mas nenhuma delas direito). É difícil manter uma rotina de trabalho em casa. Só para exemplificar, são 22h00 e eu ainda estou no escritório escrevendo este texto. Isso vindo de quem tem 12 anos de praia e quatro livros escritos sobre isso! Para resolver esse tipo de deslize disciplinar, adotei o sistema de blocos de trabalho super-focado (1 ou 2 horas trabalhando sem distrações ou interrupções), espalhados no decorrer do dia. A técnica dos blocos é bem produtiva, garante flexibilidade de horários e reduz o remorso de ter trabalhado demais ou a culpa de ter trabalhado de menos.


9. Pra não comer besteira, não tenha besteira em casa
Se tem salgadinho, chocolate e suco de caixa em casa, é isso o que a gente acaba comendo o dia todo. No meu caso, 9 kg mais tarde, resolvi mudar os petiscos para frutas cortadas, barrinhas de cereal e água do filtro. Não é a mesma coisa, eu sei. Mas funciona. No final de semana, o cardápio é liberado, porque ninguém é de ferro.


10. O melhor horário para fazer compras é no meio da manhã
Por que passear no shopping no sábado se você pode ir na terça à tarde? Ou viajar para a praia em janeiro, se você pode curtí-la em março? Por que sair de carro às 18h30 na hora do rush? O home office me apresentou o privilégio do contra-fluxo. Faz muito tempo que não enfrento filas, engarrafamentos e lugares entulhados de gente. E isso é bom. Isso é muito bom!


11. Sucesso = dinheiro + tempo livre.
Ter um monte de dinheiro é ótimo. Mas se você só trabalha e não tem tempo – nem serenidade – para curtir os benefícios do capital, não faz sentido. Por outro lado, não adianta ter tempo de sobra e ficar olhando para as paredes, sem um trocado para fazer uma viagem com os filhos, curtir um jantar romântico, assistir um pacote decente de TV a cabo, que seja. Tem que saber equilibrar: trabalhar o suficiente para ter uma vida confortável, sem precisar sacrificar as horas de lazer.


12. Dominguite tem cura
Sabe aquela sensação de aperto no coração e melancolia que dá no domingo à noite? Faz anos que eu não tenho.


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Dicas para Home Office Pequeno

Dicas para Home Office Pequeno



Dicas para Home Office pequeno

Tirando alguns casos raros, dificilmente você vai começar um home office com uma cadeira Herman Miller e uma mesa maravilhosa de design. Vamos ser honestos, a maioria dos home offices começa na sala de jantar, na sala de estar, com o notebook no colo ou deitado na cama. Quanto de espaço você tem disponível para montar um escritório em casa? No começo é assim mesmo, mais um cantinho de trabalho do que propriamente um escritório com todas as letras e aqueles móveis espaçosos. E quer saber? Também funciona super bem. Aliás, não deixe isso virar uma desculpa para você não trabalhar direito (eu sei como funciona hehe).

4 Dicas para transformar um quarto em um escritório

A primeira coisa que você tem que fazer antes de montar o seu home office é se perguntar o seguinte:

– quantas horas por dia eu vou trabalhar?
– quanto eu posso gastar?
– só eu vou usar este espaço?

A partir dessas respostas você vai fazer escolhas mais inteligentes para a sua área de trabalho. Se o home office for compartilhado, por exemplo, é melhor você comprar uma cadeira com revestimento lavável e ter um pequeno arquivo ou gaveta com cadeado, para não correr o risco de ter danoninho pingado em um contrato. Sabe como é?

Agora mais dicas de aproveitamento:

Home office pequeno – Como aproveitar o espaço

– apostar em cores claras é a melhor forma de ampliar o ambiente pequeno. A regra básica é: o claro amplia, o escuro diminui. Se você curtir um contraste, tipo black and white, escolha acessórios ou detalhes escuros

vidro e acrílico são ótimas escolhas para o mobiliário. Já existem no mercado várias opções de móveis assim. A mesa pode ser um tampo sobre dois cavaletes e a cadeira pode ser alguma na linha Louis Ghost ou uma DKR transparente

não entulhe o seu home office. Segure a mão nos apetrechos de escritório, por mais fofos, geeks ou originais que eles sejam, pense antes se ele vai ter uma função e onde vai ser colocado. Se não passar nesse filtro, nem compre

– observe as paredes ao redor do seu espaço de trabalho. Como podem ser melhor aproveitadas? Com prateleiras, nichos, um painel de cortiça? Analise qual dessas peças é mais importante para o seu trabalho

– agora olhe para baixo. Você teria algum espaço embaixo da mesa para um arquivo, uma lixeiraou algumas caixas empilhadas (bonitas, claro)? Lembre que você vai precisar de espaço para armazenamento (papéis, carregadores, etc.)

luz natural é ótima e você deve considerá-la no seu home office (só cuide pra não fazer reflexo no monitor). Você também vai precisar de uma luminária para ter luz direcional na sua bancada. Procure por modelos mais fininhos ou aquelas de prender no laptop

– cole na lateral da sua mesa, da prateleira ou até na parede pequenos ganchos para guardar a bolsa, os fones de ouvido e outros itens que use com frequência

Móveis home office pequeno

– o melhor aproveitamento de espaço no home office pequeno é com móveis sob medida. Assim você consegue usar cada cantinho, especialmente com as soluções de bancada em L ou em T

– se fizer um móvel planejado no seu home office, já pense em soluções como: espaço para esconder um multifuncional em um gavetão, trilhos para pastas de arquivo, canaleta para esconder tomadas e cabos, etc.

– um tampo retrátil é uma solução inteligente para aproveitar o espaço de bancada que você já tem. Quando for trabalhar, puxe o tampo para fora. Quando encerrar o trabalho, recolha-o

– ao pesquisar os móveis, tenha sempre contigo as medidas do espaço que tem disponível. Saiba quanto a mesa e a cadeira devem medir para não atravancar a casa

– meça também a altura e a largura da mesa para receber a cadeira. É bem fácil a gente se empolgar com uma cadeira maravilhosa e depois perceber que ela não encaixa na mesa… Ah, ao comprar a cadeira veja se ela tem regulagem de altura

básico da ergonomia: a bancada/mesa tem que ter no mínimo 50 cm de profundidade, 75 cm de altura e você deve ficar com os pés inteiros no chão (ou em um apoio) e os joelhos em ângulo de 90 graus

– veja se o seu home office não se encaixa em um armário, no closet ou embaixo da escada. Use a criatividade para encontrar espaços inusitados para o seu cantinho de trabalho

– quando o home office compartilha espaço com outro ambiente, usar uma pequena divisória como um biombo ou uma estante dupla face ajuda a diferenciar o espaço. Já aproveite este espaço para fazer um painel de recados e tarefas do seu escritório em casa

– uma bancada fixa na parede, sem pés, poupa muito espaço

– se tiver um pouco mais de espaço, coloque um arquivo ou estante no seu home office para guardar os materiais e papelada do escritório

– móveis com mais de uma função são peças coringa do home office compacto

– uma mesa com gavetas é sempre melhor para esconder as miudezas e ao mesmo tempo tê-las ao alcance

móveis com rodízio são uma boa opção caso você queira “sumir” com o seu home office. Por exemplo: se ele fica na sala e você vai fazer uma festa no final de semana, é só empurrar a mesa e a cadeira pro quarto

– falando nisso, notebook é sempre melhor que um desktop no escritório pequeno. Ocupa bem menos espaço e é mais fácil de levar de um lado para o outro. Outra saída, se tiver monitor, é fixá-lo na parede ou em um braço articulado. Assim, você libera um espaço precioso na bancada


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12 Idéias para aumentar as chances de seu Filho ter um futuro Acima da Média

12 Idéias para aumentar as chances de seu Filho ter um futuro Acima da Média



12 Idéias para aumentar as chances de seu Filho ter um futuro Acima da Média

criancas_futuro

criancas_futuro

1. Crie um hábito de questionar as convicções dele. Pergunte o porquê das coisas e o estimule a questionar da mesma forma.

2. Evite super-valorizar os erros. Caiu? Não faça estardalhaço. Encoraje-o a se levantar sozinho e continuar adiante. Não alimente o medo. Encoraje mais.

3. Falar inglês é fundamental. Eles aprendem bem rápido e não sofrerão no futuro. Quem fala inglês tem acesso a MAIORES e MELHORES oportunidades.

4. Pratique falar em público dentro de casa. Crie situações onde ele tenha que fazer alguma apresentação na presença de toda família para conquistar o que deseja. Quer um vídeo game? Marque um dia para ele fazer uma apresentação dando os argumentos, mostrando porque ele merece este presente. Se não for convincente, dê mais uma chance até conseguir.

5. Compaixão e empatia. Ter contato com a pobreza e criar o desejo de ajudar ao próximo. Ensinar o prazer de doar e dividir, além de evitar o consumismo. Ensine a simplicidade a começar pelo seu exemplo.

6. Ensine o valor do dinheiro. Prêmios e multas podem ajudar no reconhecimento da gestão que ele faz de sua mesada.

7. Esporte ajuda a desenvolver o trabalho em equipe, disciplina, além de ser saudável.

8. Converse sobre o mercado, sobre as empresas, sobre bolsa de valores, sucesso, fracasso e crie referenciais a serem seguidos. Fale sobre biografias de pessoas de sucesso desde cedo.

9. Trabalhe por merecimento. Ensine desde pequeno que nada se ganha. Tudo se conquista.

10. Fique de olho nas besteiras que são faladas na escola. Infelizmente, a cada dia, a escola tem se tornado um lugar menos confiável.

11. Falando em escola, se tentarem te convencer que o seu filho é doente e que ele precisa viver a base de Ritalina, porque ele é hiperativo, duvide. 90% dos casos é por pura incompetência ou preguiça da escola por querer padronizar a todos no mesmo formato. Não mate a iniciativa e os questionamentos de seu filho por causa da mediocridade da escola. Ensine-o como lidar com este modelo convencional sem tirar dele o seu lado questionador. É só aprender a jogar o jogo da Matrix.

12. Ensine desde cedo o seu filho ter a dignidade de assumir os seus erros e debilidades. Assim, a chance dele crescer e se tornar alguém que criou o hábito de sempre tentar colocar a culpa de seus fracassos no sistema, no governo, em sua classe social, na cor de sua pele ou na sua orientação sexual, será muito menor. Ensine-o desde cedo a ser protagonista e não uma vítima.


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O que é Franquia Virtual?

O que é Franquia Virtual?



O que é Franquia Virtual e como ela funciona?

Em primeiro lugar, o que é franquia virtual? Chamamos e franquia virtual, ou modelo de e-franchising, como também é conhecido, qualquer modelo de negócio online que possa ser adquirido no sistema de franchising, seja uma loja virtual, guia online, agências de turismo e outros modelos.

Essa definição sobre o que é franquia virtual é importante, pois ultimamente, muito se tem falado sobre o assunto, mas como se apenas lojas virtuais fossem alvo do segmento de franquias online no Brasil.

O que é franquia virtual?

Não é bem assim. O mercado de franchising virtual vai muito além.

O crescimento das franquias virtuais pode ser creditado em parte ao fato de serem franquias baratas e lucrativas que exigem um baixo investimento inicial.

Como não há necessidade de um investimento elevado em ponto comercial e instalações, as franquias online tem chamado atenção de muitos empreendedores.

Não é pelo fato de ser uma franquia virtual que esse tipo de negócio seja mais fácil do que qualquer outro no meio físico. O sucesso só vem com muito trabalho, pesquisa e dedicação. Os negócios online são realmente muito lucrativos, mas as vezes exigem um esforço até maior que no mundo online.

Como funciona uma franquia virtual?

Com o crescimento do acesso à Internet no país, cada vez mais brasileiros estão conhecendo a praticidade de comprar produtos e serviços pela rede. Com isso, todos os segmentos dos negócios online cresceram e como consequência normal desse amadurecimento, vivemos um momento rico em ofertas de franquias virtuais no Brasil.As franquias virtuais funcionam da mesma forma que as franquias no mundo físico, com a cobrança de todas as taxas cobradas em uma franquia convencional como royalties e taxas de divulgação, as precauções na hora da escolha também são as mesmas, como análise da empresa franqueadora e pesquisa de mercado.

As opções para quem quer montar uma franquia virtual

Sabendo o que é franquia virtual, vamos ver algumas opções no mercado brasileiro. O modelo de franquia virtual mais comum no Brasil é o de loja virtual. Nessa modalidade, de maneira geral, o franqueado adquire o sistema da marca e tem por parte dela, suporta nas áreas de sistema, marketing digital e logística.

A ideia nesse tipo de negócio é que o franqueado atua como um divulgador da loja, portanto é importante que você conheça as técnicas de marketing digital e suas ferramentas como marketing de busca e divulgação através das redes sociais. As opções para divulgação de lojas virtuais são muitas e um dos segredos nesse negócio é a criatividade.

Outro modelo bastante comum surgiu durante o boom dos sites de compras coletivas há coisa de dois anos atrás. As franquias de compras coletivas fazem muito sucesso, já que o franqueado conta com a transferência do know how do franqueador tanto na área de sistemas quanto na área de contatos comerciais, essencial nesse tipo de negócio. Uma grande vantagem desse segmento é que você pode montar uma franquia de compras coletivas em casa, já que existem diversas opções home based nesse segmento.

O segmento de franquias online é bastante promissor e não requer um investimento muito alto para quem está começando. Agora que você já sabe o que é franquia virtual, basta fazer seu planejamento e botar a mão na massa.


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Mitos sobre Lojas Virtuais – E-Commerce

Mitos sobre Lojas Virtuais – E-Commerce



Conheça alguns dos principais mitos sobre lojas virtuais e descubra o que há de verdade sobre o empreendedorismo no comércio eletrônico. É claro que montar um e-commerce é um grande negócio, mas você não deve se iludir com falsas promessas.

Mitos sobre Lojas Virtuais - E-Commerce

Mitos sobre lojas virtuais

Volta e meia, alguns mitos sobre lojas virtuais são acidentalmente, ou propositalmente ressuscitados e acabam levando muita gente a se iludir, achando que montar um e-commerce é uma coisa simples e que da noite para o dia ficarão ricos e poderosos.

Em parte, o surgimento desses mitos sobre lojas virtuais tem origem no fato de o que pode parecer fácil a uma primeira vista, pode na verdade esconder alguns detalhes, que para quem não está familiarizado com a tecnologia e as rotinas que envolvem a criação e gerenciamento de um e-commerce, passam desapercebidos.

Não estou dizendo que para montar um e-commerce de sucesso você precise ser um expert em programação ou PHD em gestão de negócios. O que estou querendo mostrar é que não estamos falando apenas de contratar um sistema de e-commerce e inserir os produtos na loja.

Quais são os principais mitos sobre lojas virtuais

Durante meus mais de dez anos de experiência na consultoria sobre comércio eletrônico e cinco como instrutor de novos empreendedores nesta área, colecionei uma série de mitos sobre e-commerce que trouxeram muita decepção para os menos avisados. Vejamos então os mais comuns.

Vou começar a montar a loja agora mesmo

Um dos principais mitos sobre lojas virtuais é que seja um negócio tão simples que você nem precisa planejar nada. É só instalar o sistema e pronto. Tudo correrá Às mil maravilhas e você irá faturar rios de dinheiro com o seu e-commerce.

Mesmo para montar uma pequena loja virtual, é preciso muito planejamento, pois são tantos os aspectos do negócio envolvidos que se você não se organizar, irá se perder.

A loja virtual “gratuita” ou “baratinha”

Posso montar uma loja virtual de graça ou sem gastar quase nada. Vamos lá gente! Você realmente acha que alguém vai dedicar meses criando um sistema de e-commerce e depois vai dá-lo de presente para você?

Bem, se você realmente acredita nisso, é melhor começar a acreditar também emPapai Noel e Coelhinho da Páscoa.

Você pode sim montar uma loja virtual com muito pouco investimento, como por exemplo, usando uma plataforma de e-commerce alugada. Isso pode ser feito a partir de R$ 120. Mas com o desenvolvimento da loja, terá que investir em uma plataforma mais robusta.

O que você vê por ai sendo anunciado como “loja virtual grátis”, na verdade é um sistema capenga que não lhe dá a base para desenvolver um e-commerce com recursos completos, ou seja uma coisa realmente profissional. Ponha uma coisa na sua cabeça: Não existe nada de graça na Internet, nem mesmo o seu sinal.

Meu sobrinho pode montar a minha loja virtual

Esse é um dos mais antigos mitos sobre lojas virtuais. O sobrinho é o ente nefasto do e-commerce. Todo mundo tem um “sobrinho que mexe com Internet” e alguns acham que ele está capacitado a desenvolver uma loja virtual como a Netshoes, por exemplo.

Não é assim que a coisa funciona. O e-commerce atual está extremamente profissionalizado e não há espaço para o amadorismo. Se o seu sobrinho possui profundos conhecimentos de programação e está comprometido com o seu projeto, ótimo. Se não, procure um bom fornecedor de plataformas de e-commerce e deixe isso com os profissionais.

Vou ganhar montanhas de dinheiro da noite para o dia

Vou montar uma loja virtual e ganhar rios de dinheiro da noite para o dia. Nada mais falso. Montar uma loja virtual é como qualquer outro negócio e por isso exige um prazo de maturação do projeto para começar a dar lucro.

Você terá que percorrer uma curva de aprendizado, tanto da plataforma com a que você irá trabalhar, quanto do público com o qual irá lidar. Além disso, a rotina do dia a dia é uma ótima professora. O prazo de retorno do investimento de uma loja virtual é muito próximo ao de uma loja no mundo físico.

Vou botar um rapazinho da loja para administrar o e-commerce

Sem desmerecer o rapazinho da loja, a não ser que ele tenha feito alguns cursos na área do e-commerce e marketing digital, a coisa não vai funcionar. O comércio eletrônico é uma atividade completamente diferente do varejo físico.

A capacitação de pessoal é um custo que você precisa levar em conta na hora de estruturar o seu projeto, caso contrário, todo o capital investido será desperdiçado por uma administração ineficiente. É como dar uma Ferrari na mão de quem só sabe andar de bicicleta.

Depois da loja criada é só felicidade

Mais um dos mitos sobre lojas virtuais. A instalação e configuração é apenas o primeiro passo de uma operação de e-commerce. Junto com essa etapa você precisará começar também a desenvolver suas estratégias de divulgação da loja virtual, fundamental para que o seu projeto tenha sucesso.

O marketing digital é uma atividade do e-commerce que não para. Ter uma loja virtual sem divulgação é como ter um outdoor no porão. É importante que logo no início do negócio você defina uma estratégia de marketing digital para o e-commerce e aloque também os recursos financeiros para dar sustentação a ela.

Espero não ter decepcionado muita gente derrubando estes mitos sobre lojas virtuais, mas não adianta nada entrar em um negócio com falsas ilusões. O mercado é bem promissor, mas você precisa ser realista.


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O que é e como funciona o micro-crédito

O que é e como funciona o micro-crédito



O que é e como funciona o microcrédito

Você sabe o que é e como funciona o microcrédito? Está precisando de dinheiro para seu negócio próprio?

O microcrédito, de forma geral, é concedido a pessoas físicas e microempreendedores formais ou informais, que possuem dificuldade de acesso ao sistema financeiro tradicional, principalmente por não terem meios de comprovar sua renda.

O que é e como funciona o microcrédito

Para pessoas físicas ou de baixa renda, o limite é de R$ 2 mil. Para quem faz parte do PNMPO, o limite é de R$15mil.

Pessoas físicas que pretendem abrir o próprio negócio também podem requerer microcrédito de até R$ 5 mil. O prazo para amortização vai até 48 meses. O microcrédito pode ser obtido em agências de fomento, cooperativas de crédito, Sociedades de Crédito ao Microempreendedor (SCM) e bancos, principalmente federais.

Como funciona o microcrédito em termos de taxas de juros

Os juros do microcrédito variam conforme a instituição, mas, teoricamente, devem ser mais baixos do que os juros cobrados no crédito pessoal. Há a cobrança de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).

No caso do Crescer, os juros caem de 60% para apenas 8% ao ano. A Taxa de Abertura de Crédito (TAC) também reduziu de 3% para 1% sobre o valor do crédito.

As garantias exigidas para o microcrédito são apresentar um avalista ou formar um Grupo Solidário, que consiste em uma reunião de três ou mais pessoas com pequenos negócios e necessidade de crédito, que confiam umas nas outras, e se comprometam a assumir a responsabilidade dos empréstimos feitos ao grupo.

Instituições habilitadas a oferecer o microcrédito

Banco do Brasil

O Banco do Brasil opera com o Crescer nas modalidades de capital de giro e de investimentos. O prazo de amortização vai até 36 meses e o reembolso é mensal. Para atrair os empreendedores, o Banco do Brasil está fazendo um movimento oposto ao tradicional.

Em vez de esperar os empresários irem até as agências, funcionários do banco irão até onde se concentram esses empreendedores que são potenciais beneficiários do Crescer.

Caixa Econômica Federal

Por meio do Crescer, a Caixa Econômica oferece crédito para investimentos e capital de giro.  O prazo para quitar o financiamento no caso do capital de giro é de quatro a seis meses. Já no microcrédito para Investimento, o prazo médio fica entre 12 e 24 meses.

Para entender melhor como funciona o microcrédito da Caixa, o programa tem como metodologia o relacionamento direto com os empreendedores nas suas localidades. Além disso, prevê assistência e orientação técnica no planejamento do negócio.

Para fechar o contrato, são feitas avaliações da atividade e da capacidade de endividamento de cada cliente, e os empreendedores são acompanhados e orientados por agentes de microcrédito.

A Caixa pretende dá atenção especial às mulheres autônomas. Mulheres que trabalham por conta própria podem formar grupos solidários e, assim, receber a visita de um agente de microcrédito, que dará as orientações necessárias para realização de seus projetos.

Também merecerá atenção especial o público beneficiado pelo Bolsa-Família, que conta com 1,2 milhão de famílias com perfil empreendedor.

Banco do Nordeste

O Banco do Nordeste conta com o Crediamigo, voltado para Microempreendedores que faturam até 120 mil reais por ano.  Criado em 1998, o programa agora passa a ser inserido no Crescer. Serão oferecidos até 15 mil reais para capital de giro e até 8 mil reais para investimentos.

O Crescer no Banco do Nordeste é oferecido a grupos solidários – de três a oito empreendedores se reúnem para tomar empréstimos, e se avalizam mutuamente. No caso do capital de giro, o prazo de amortização é de até 12 meses. Para investimentos, chega a 36 meses.

O Banco do Nordeste atua em todos os Estados da região Nordeste, além do Norte de Minas Gerais e norte do Espírito Santo. Há dois anos, também oferece o Crediamigo no Rio de Janeiro. A instituição já atendeu 943 mil microempreendedores com esse perfill.

Banco da Amazônia

Por meio do Amazônia Florescer, o Banco da Amazônia oferece microcrédito desde 2007 a diversos microempreendedores físicos, jurídicos ou MEI. Com o Crescer, o microcrédito continuará sendo oferecido, mas com uma taxa de juros mais baixa: passará de 3,8 % ao mês para 0,6%.

Para MEIs e pessoas físicas – chamados de empreendedores populares – o crédito será oferecido na forma de grupos solidários. Nesse caso, de três a oito pessoas se reúnem para obter crédito e todos ficam responsáveis pela operação.

Agora que você já sabe o que é e como funciona o microcrédito, já pode colocar mais essa ferramenta em seu projeto de negócio.

Agora que você já sabe como funciona o microcrédito, pode colocar mais esta opção em sua lista de possíveis fontes de financiamento para o seu negócio.


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