Mitos sobre Lojas Virtuais – E-Commerce

Mitos sobre Lojas Virtuais – E-Commerce



Conheça alguns dos principais mitos sobre lojas virtuais e descubra o que há de verdade sobre o empreendedorismo no comércio eletrônico. É claro que montar um e-commerce é um grande negócio, mas você não deve se iludir com falsas promessas.

Mitos sobre Lojas Virtuais - E-Commerce

Mitos sobre lojas virtuais

Volta e meia, alguns mitos sobre lojas virtuais são acidentalmente, ou propositalmente ressuscitados e acabam levando muita gente a se iludir, achando que montar um e-commerce é uma coisa simples e que da noite para o dia ficarão ricos e poderosos.

Em parte, o surgimento desses mitos sobre lojas virtuais tem origem no fato de o que pode parecer fácil a uma primeira vista, pode na verdade esconder alguns detalhes, que para quem não está familiarizado com a tecnologia e as rotinas que envolvem a criação e gerenciamento de um e-commerce, passam desapercebidos.

Não estou dizendo que para montar um e-commerce de sucesso você precise ser um expert em programação ou PHD em gestão de negócios. O que estou querendo mostrar é que não estamos falando apenas de contratar um sistema de e-commerce e inserir os produtos na loja.

Quais são os principais mitos sobre lojas virtuais

Durante meus mais de dez anos de experiência na consultoria sobre comércio eletrônico e cinco como instrutor de novos empreendedores nesta área, colecionei uma série de mitos sobre e-commerce que trouxeram muita decepção para os menos avisados. Vejamos então os mais comuns.

Vou começar a montar a loja agora mesmo

Um dos principais mitos sobre lojas virtuais é que seja um negócio tão simples que você nem precisa planejar nada. É só instalar o sistema e pronto. Tudo correrá Às mil maravilhas e você irá faturar rios de dinheiro com o seu e-commerce.

Mesmo para montar uma pequena loja virtual, é preciso muito planejamento, pois são tantos os aspectos do negócio envolvidos que se você não se organizar, irá se perder.

A loja virtual “gratuita” ou “baratinha”

Posso montar uma loja virtual de graça ou sem gastar quase nada. Vamos lá gente! Você realmente acha que alguém vai dedicar meses criando um sistema de e-commerce e depois vai dá-lo de presente para você?

Bem, se você realmente acredita nisso, é melhor começar a acreditar também emPapai Noel e Coelhinho da Páscoa.

Você pode sim montar uma loja virtual com muito pouco investimento, como por exemplo, usando uma plataforma de e-commerce alugada. Isso pode ser feito a partir de R$ 120. Mas com o desenvolvimento da loja, terá que investir em uma plataforma mais robusta.

O que você vê por ai sendo anunciado como “loja virtual grátis”, na verdade é um sistema capenga que não lhe dá a base para desenvolver um e-commerce com recursos completos, ou seja uma coisa realmente profissional. Ponha uma coisa na sua cabeça: Não existe nada de graça na Internet, nem mesmo o seu sinal.

Meu sobrinho pode montar a minha loja virtual

Esse é um dos mais antigos mitos sobre lojas virtuais. O sobrinho é o ente nefasto do e-commerce. Todo mundo tem um “sobrinho que mexe com Internet” e alguns acham que ele está capacitado a desenvolver uma loja virtual como a Netshoes, por exemplo.

Não é assim que a coisa funciona. O e-commerce atual está extremamente profissionalizado e não há espaço para o amadorismo. Se o seu sobrinho possui profundos conhecimentos de programação e está comprometido com o seu projeto, ótimo. Se não, procure um bom fornecedor de plataformas de e-commerce e deixe isso com os profissionais.

Vou ganhar montanhas de dinheiro da noite para o dia

Vou montar uma loja virtual e ganhar rios de dinheiro da noite para o dia. Nada mais falso. Montar uma loja virtual é como qualquer outro negócio e por isso exige um prazo de maturação do projeto para começar a dar lucro.

Você terá que percorrer uma curva de aprendizado, tanto da plataforma com a que você irá trabalhar, quanto do público com o qual irá lidar. Além disso, a rotina do dia a dia é uma ótima professora. O prazo de retorno do investimento de uma loja virtual é muito próximo ao de uma loja no mundo físico.

Vou botar um rapazinho da loja para administrar o e-commerce

Sem desmerecer o rapazinho da loja, a não ser que ele tenha feito alguns cursos na área do e-commerce e marketing digital, a coisa não vai funcionar. O comércio eletrônico é uma atividade completamente diferente do varejo físico.

A capacitação de pessoal é um custo que você precisa levar em conta na hora de estruturar o seu projeto, caso contrário, todo o capital investido será desperdiçado por uma administração ineficiente. É como dar uma Ferrari na mão de quem só sabe andar de bicicleta.

Depois da loja criada é só felicidade

Mais um dos mitos sobre lojas virtuais. A instalação e configuração é apenas o primeiro passo de uma operação de e-commerce. Junto com essa etapa você precisará começar também a desenvolver suas estratégias de divulgação da loja virtual, fundamental para que o seu projeto tenha sucesso.

O marketing digital é uma atividade do e-commerce que não para. Ter uma loja virtual sem divulgação é como ter um outdoor no porão. É importante que logo no início do negócio você defina uma estratégia de marketing digital para o e-commerce e aloque também os recursos financeiros para dar sustentação a ela.

Espero não ter decepcionado muita gente derrubando estes mitos sobre lojas virtuais, mas não adianta nada entrar em um negócio com falsas ilusões. O mercado é bem promissor, mas você precisa ser realista.


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O que é e como funciona o micro-crédito

O que é e como funciona o micro-crédito



O que é e como funciona o microcrédito

Você sabe o que é e como funciona o microcrédito? Está precisando de dinheiro para seu negócio próprio?

O microcrédito, de forma geral, é concedido a pessoas físicas e microempreendedores formais ou informais, que possuem dificuldade de acesso ao sistema financeiro tradicional, principalmente por não terem meios de comprovar sua renda.

O que é e como funciona o microcrédito

Para pessoas físicas ou de baixa renda, o limite é de R$ 2 mil. Para quem faz parte do PNMPO, o limite é de R$15mil.

Pessoas físicas que pretendem abrir o próprio negócio também podem requerer microcrédito de até R$ 5 mil. O prazo para amortização vai até 48 meses. O microcrédito pode ser obtido em agências de fomento, cooperativas de crédito, Sociedades de Crédito ao Microempreendedor (SCM) e bancos, principalmente federais.

Como funciona o microcrédito em termos de taxas de juros

Os juros do microcrédito variam conforme a instituição, mas, teoricamente, devem ser mais baixos do que os juros cobrados no crédito pessoal. Há a cobrança de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).

No caso do Crescer, os juros caem de 60% para apenas 8% ao ano. A Taxa de Abertura de Crédito (TAC) também reduziu de 3% para 1% sobre o valor do crédito.

As garantias exigidas para o microcrédito são apresentar um avalista ou formar um Grupo Solidário, que consiste em uma reunião de três ou mais pessoas com pequenos negócios e necessidade de crédito, que confiam umas nas outras, e se comprometam a assumir a responsabilidade dos empréstimos feitos ao grupo.

Instituições habilitadas a oferecer o microcrédito

Banco do Brasil

O Banco do Brasil opera com o Crescer nas modalidades de capital de giro e de investimentos. O prazo de amortização vai até 36 meses e o reembolso é mensal. Para atrair os empreendedores, o Banco do Brasil está fazendo um movimento oposto ao tradicional.

Em vez de esperar os empresários irem até as agências, funcionários do banco irão até onde se concentram esses empreendedores que são potenciais beneficiários do Crescer.

Caixa Econômica Federal

Por meio do Crescer, a Caixa Econômica oferece crédito para investimentos e capital de giro.  O prazo para quitar o financiamento no caso do capital de giro é de quatro a seis meses. Já no microcrédito para Investimento, o prazo médio fica entre 12 e 24 meses.

Para entender melhor como funciona o microcrédito da Caixa, o programa tem como metodologia o relacionamento direto com os empreendedores nas suas localidades. Além disso, prevê assistência e orientação técnica no planejamento do negócio.

Para fechar o contrato, são feitas avaliações da atividade e da capacidade de endividamento de cada cliente, e os empreendedores são acompanhados e orientados por agentes de microcrédito.

A Caixa pretende dá atenção especial às mulheres autônomas. Mulheres que trabalham por conta própria podem formar grupos solidários e, assim, receber a visita de um agente de microcrédito, que dará as orientações necessárias para realização de seus projetos.

Também merecerá atenção especial o público beneficiado pelo Bolsa-Família, que conta com 1,2 milhão de famílias com perfil empreendedor.

Banco do Nordeste

O Banco do Nordeste conta com o Crediamigo, voltado para Microempreendedores que faturam até 120 mil reais por ano.  Criado em 1998, o programa agora passa a ser inserido no Crescer. Serão oferecidos até 15 mil reais para capital de giro e até 8 mil reais para investimentos.

O Crescer no Banco do Nordeste é oferecido a grupos solidários – de três a oito empreendedores se reúnem para tomar empréstimos, e se avalizam mutuamente. No caso do capital de giro, o prazo de amortização é de até 12 meses. Para investimentos, chega a 36 meses.

O Banco do Nordeste atua em todos os Estados da região Nordeste, além do Norte de Minas Gerais e norte do Espírito Santo. Há dois anos, também oferece o Crediamigo no Rio de Janeiro. A instituição já atendeu 943 mil microempreendedores com esse perfill.

Banco da Amazônia

Por meio do Amazônia Florescer, o Banco da Amazônia oferece microcrédito desde 2007 a diversos microempreendedores físicos, jurídicos ou MEI. Com o Crescer, o microcrédito continuará sendo oferecido, mas com uma taxa de juros mais baixa: passará de 3,8 % ao mês para 0,6%.

Para MEIs e pessoas físicas – chamados de empreendedores populares – o crédito será oferecido na forma de grupos solidários. Nesse caso, de três a oito pessoas se reúnem para obter crédito e todos ficam responsáveis pela operação.

Agora que você já sabe o que é e como funciona o microcrédito, já pode colocar mais essa ferramenta em seu projeto de negócio.

Agora que você já sabe como funciona o microcrédito, pode colocar mais esta opção em sua lista de possíveis fontes de financiamento para o seu negócio.


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Prospectar Novos Clientes ou Fidelizar os Antigos

Prospectar Novos Clientes ou Fidelizar os Antigos



Prospectar Novos Clientes ou Fidelizar os Antigos

Muitos empresários pensam apenas em prospectar novos consumidores e esquecem que a força da sua empresa está nos clientes fiéis, que sempre retornam. Veja qual a importância de fidelizar a clientela já existente para conquistar sucesso nos negócios.

Prospectar Novos Clientes ou Fidelizar os Antigos

Prospectar novos clientes é importante, mas fidelizar os antigos é igual ou ainda mais

O que seria de uma empresa se não existissem os clientes? Com tanta concorrência no mercado, fidelizar um cliente é um desafio para muitos empresários. Como sempre digo: o sucesso de toda empresa depende do desempenho dos colaboradores, mas acima de tudo, da fidelização de sua clientela.

Concretizar uma venda é uma tarefa difícil, mas fazer com que o cliente retorne e efetue uma nova compra em seu estabelecimento é ainda mais. O bom atendimento é fator fundamental para fidelizar um cliente. Em uma loja que o consumidor é bem atendido, certamente ele irá voltar. Está aqui a importância de ter uma equipe motivada e bem estruturada, mas falaremos deste tópico em outro artigo.

Pesquisa realizada pela American Society for Quality (ASQ) aponta que os principais motivos das empresas perderem clientes são: 65 % indiferença dos atendentes; 14% reclamações não atendidas; 10% vantagens oferecidas pela concorrência; 5% mudanças de endereço ou perda de referências e 5% relações comerciais. De acordo com a Havard Business Review, 67% dos clientes que escolhem um novo fornecedor, disseram que estavam satisfeitos com o anterior. Em média, a maioria das empresas perde metade de sua base de clientes a cada cinco anos.

O empresário não pode focar apenas em proporcionar um bom atendimento ao seu cliente, precisa ter visão e buscar alternativas que fujam da mesmice. Que tal criar cadastros que não apenas forneçam os dados básicos do cliente como nome, telefone, endereço, entre outros? Acrescente um histórico de compras do consumidor, desta forma ficará mais fácil identificar quais são os produtos de interesse daquele cliente.

Agora é a hora de outra inovação. Por exemplo, se a sua empresa é do setor de confecção e no histórico de clientes, você identificou que a Joana gosta de calça jeanse, nesta semana, a sua loja fará uma liquidação de jeans. Entre em contato! Certamente ela se sentirá lembrada e importante para você e para sua loja, o que gera uma satisfação no consumidor, que fará questão de retornar ao estabelecimento para saber das novidades.

O que todo empreendedor precisa ter em mente é que a clientela gosta de ser valorizada e lembrada. Então, manter o relacionamento com o seu público é fundamental. Quem não gosta de ganhar brindes? Esta é mais uma alternativa eficaz para manter o seu cliente. Principalmente em datas importantes como: aniversário, Dia das Mães, Dia dos Pais, Natal, entre outras.

A Caixa de sugestões pode parecer uma coisa antiga. Mas muitos consumidores gostam de registrar a sua opinião sobre o estabelecimento que frequenta. É uma oportunidade para o empresário saber também qual é a visão do público a respeito do seu comércio.

Para finalizar, treine a sua equipe para atender bem ao cliente, desde a recepcionista ao entregador. A ação dos colaboradores se reflete na imagem do seu negócio. Lembre-se: o cliente é quem faz o seu negócio estar com as portas abertas, sem ele nenhuma empresa vai para frente. Por isso, invista neles. Essa é uma das chaves para o sucesso da sua empresa!


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Storytelling – Quem conta um conto aproxima os colaboradores

Storytelling – Quem conta um conto aproxima os colaboradores



Storytelling – Quem conta um conto aproxima os colaboradores

O homem e seus ancestrais, em sua capacidade e necessidade de comunicar, sempre usou símbolos e depois a escrita para transmitir suas experiências.

Foi a partir desses antigos registros que conseguimos, ao longo de muitos anos, conhecer os principais acontecimentos que nos conduziram ao que somos hoje, pelo compartilhamento do que foi vivido, “experienciado”.

Storytelling – Quem conta um conto aproxima os colaboradores

O estudo destes registros ainda causa encantamento em muita gente, pela transmissão tanto de mitos como de fatos através de milênios. Afinal, quem nunca se pegou imaginando histórias sobre como era a vida nas cavernas ou no antigo Egito?

Como seres naturalmente comunicadores, gostamos de ouvir uma boa história e muitas vezes, de contá-las. De uma forma ou de outra, preservamos estes antigos hábitos, quando sentamos com nossos filhos para ler histórias ou contar um pouco de nossas experiências. É um processo de educação, de construção de referências.

É provavelmente por isso que o storytelling, ou simplesmente “contação de histórias”, tem chamado a atenção de cada vez mais indivíduos e empresas, principalmente quando o assunto é treinamento e desenvolvimento.

Um conceito sendo revisado

Muito utilizado nos cinemas, teatros, TV e mais recentemente em campanhas publicitárias, o storytelling também invadiu as organizações. Isso porque ele tem bons atributos, já que é uma ferramenta simples, fácil e que pode trazer bons resultados com o uso adequado e, estratégico.

O storytelling faz com que as pessoas “se reconheçam” com histórias em comum, humanizadas, integradas com a sua experiência profissional e particular, o que gera reflexão sobre conteúdos ou temas que necessitem de atenção e multiplicação.

O compartilhamento de experiências, impressões, sentimentos, é algo que agrada às pessoas, cria identidade, amplia o senso de pertencimento e, de “humanização”: vemos nas experiências dos outros coisas novas, mas muito de nossas alegrias e frustrações. Percebemos que existem histórias únicas e, comuns, compartilháveis.

Além disso, como já abordei, é um processo simples, onde não há dependência de técnicas complexas. A única exigência do processo é criar uma atmosfera em que as pessoas tenham disposição para contar e ouvir.

Uma ferramenta muito mais poderosa do que se imagina

Quando percebemos que as dimensões e “complexidades” de uma pessoa vão muito além do que vimos no ambiente profissional, o storytelling auxilia a transmitir conteúdos em forma de narrativa, dando sentido e forma a mensagem que, de outra forma, iria requerer muito mais tempo para ser compreendida.

Embora sua disseminação tenha ganhado velocidade em práticas de treinamentos, essa ferramenta também é uma boa escolha para o desenvolvimento de competências de uma forma geral e, para outros momentos como a construção de estratégias.

O processo de compartilhamento, que chamei informalmente de “humanização”, nos permite sair dos espaços de insegurança com relação a estar próximo a pessoas que talvez saibam mais do que eu sobre algum assunto, ou a insegurança pela complexidade de alguma ferramenta de gestão apresentada.

Entretanto, assim como as outras ferramentas, o storytelling também tem seus desafios, que devem ser levados em consideração pelas áreas (em geral RH) que o adotarem ou pela consultoria contratada para desenvolvê-lo no âmbito corporativo. Abaixo listo alguns deles:

  • É preciso ter foco com as estratégias e definir a metodologia apropriada. O clima deve ser de seriedade e tranquilidade entre os participantes, para que ouçam as histórias sem escárnio;
  • Evite a disseminação do storytelling de forma “panacéica”, ou seja, ele não será a resolução para todos os problemas da empresa. Saiba identificar quais são os pontos a serem melhorados e se a ferramenta é a ideal;
  • É importante compreender que pessoas diferentes têm capacidades não análogas de contar e compreender uma história. Às vezes é preciso “dar uma ajudinha” e adaptar o roteiro aos diferentes perfis, ou apoiar o esforço de compartilhar as histórias. A capacidade nem sempre está no mesmo nível do desejo

Por fim, acredito que o storytelling não substitui ou seja capaz de ser a espinha dorsal de um programa inteiro de desenvolvimento, já que este requer outras metodologias. Mas ele indubitavelmente gera valor dentro do programa e pode ser aliado a outras boas estratégias de treinamento, capacitação e motivação.

O seu uso nas empresas remete àquela máxima do “menos é mais”, já que embora seja uma ferramenta simples, costuma ser bem compreendida pelos públicos da organização e reflete em bons resultados. Pesquise e analise como sua empresa pode ser beneficiada pelo storytelling.


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Trabalho em equipe é o diferencial para o Sucesso

Trabalho em equipe é o diferencial para o Sucesso



Trabalho em equipe é o diferencial de uma empresa de Sucesso

No início, o homem trabalhava para produzir aquilo que consumia. Muitos se empenhavam em plantações, costurar suas vestimentas e construir moradias. Foi aí, neste período, que o ser humano começou a se organizar em sociedades e iniciaram os primeiros escambos, ou seja, a troca de mercadorias. Por exemplo, se eu tivesse uma carroça sem uso e precisasse de alimentos para a minha família, poderia fazer uma negociação com um agricultor e trocar a casa por legumes, verduras e frutas. Tudo através de um bom diálogo. E disso surgiu o comércio.

Trabalho em equipe é o diferencial para o sucesso

Mais tarde começaram a aparecer as primeiras fábricas e já em meados do século XXI, a forma de obter recursos mudou um pouco. Foram chegando o trabalho formal, no século XVIII e XIX, em que já eram impostas funções e remunerações aos trabalhadores e, depois, por volta de 1932, os brasileiros tiveram acesso a Carteira de Trabalho (CLT), que lhes oferecia outros benefícios como, o 13º salário.

Hoje quando se pensa em trabalho a principal preocupação para o ser humano é a realização profissional. Tanto que Confúcio já afirmou: “Escolhe um trabalho de que gostes, e não terás que trabalhar nem um dia na sua vida”. E essa tem sido a meta de muitos brasileiros. Atuar em um ambiente de trabalho o qual desperte a vontade de acordar todos os dias e ir para o trabalho, onde passamos a maior parte do nosso dia.

Atualmente, o profissional pensa em se especializar, fazer cursos técnicos, faculdades, tudo com o intuito de se realizar profissionalmente. Mas, para disputar a concorrência hoje em dia, não basta apenas ter experiência e boa instrução escolar. Com o passar dos anos, o mercado foi ficando mais exigente e os empresários estão à procura de profissionais que saibam trabalhar em equipe. Esse tem sido o principal requisito das empresas, pois sabem que disso depende o sucesso do seu negócio.

O maior astro do basquete, Michael Jordan, já reconheceu que “o talento vence jogos, mas só o trabalho em equipe ganha campeonatos”. E essa tem sido a visão dos empresários, por isso, o desempenho em grupo tem sido a maior exigência para as contratações.  A seleção dos candidatos é a etapa primordial para que o negócio tenha sucesso. A empresa precisa avaliar bem os candidatos os quais entrevista, identificar qualidades e os defeitos também. Afinal, ninguém é perfeito, não é mesmo?

Neste quesito (trabalho em equipe) o gestor é o maior responsável, por ter a função de “cabeça”. Fazendo uma analogia com o corpo humano, o cérebro gera os comandos e os membros respondem, trabalham juntos e um precisa do outro para se movimentar e alcançar o estímulo indicado. E é desta mesma maneira que um quadro de funcionários precisa funcionar: unido em prol do melhor resultado.

Você já deve ter ouvido aquele ditado que diz que “uma andorinha sozinha não faz verão”. Pois é, um funcionário sozinho não pode ser responsável pelo sucesso e desempenho de uma empresa. Neste cenário, entra também o papel do líder, que é fundamental para a empresa, pois ele precisa comandar o grupo para alcançar os resultados desejados e motiva-los sempre.

Sinto-me lisonjeado quando converso com o dono de uma empresa a qual dou coaching e ele afirma: minha equipe alcançou as metas este mês. Não pelo fato da conquista, mas por mostrar a união com seus parceiros de trabalho e não focar a aquisição apenas em si. Com isso, já sei que aquele negócio está indo pelo caminho certo e o meu trabalho está valendo a pena. Sem dúvida, isso é uma grande satisfação.

Aos líderes afirmo que é importante fazer com que os seus colaboradores confiem em você e se sintam bem no local de trabalho. Eles precisam te enxergar como alguém que quer ajudar. Afinal, este é o teu trabalho como líder. Não pense que é apenas mandar. E já dizia Albert Einstein: “O único lugar aonde o sucesso vem antes do trabalho é no dicionário”. Pense nisso!


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