Características de quem tem Espírito de Equipe

Características de quem tem Espírito de Equipe



Cinco características de quem tem espírito de equipe

Hoje em dia, todo mundo menciona no currículo que tem “espírito de equipe”, mas atos falam mais alto que palavras, assim fique sabendo de algumas características de quem demonstra esta virtude em vez de apenas falar sobre ela.

Características de quem tem Espírito de Equipe

Assume responsabilidade

Um verdadeiro “team player” assume a responsabilidade pelos seus atos. Muitos dos trabalhadores hoje em dia tentam culpar seus colegas à primeira oportunidade que encontram, o que é natural devido à competitividade do mercado de trabalho hoje em dia.

Contudo, é preciso ser um bom profissional para se assumir os erros, e se você está na posição de empregador valorize isso nos seus empregados.

Preocupa-se com os colegas

O mundo hoje em dia premeia o individualismo, e muitas vezes aqueles que se dizem “team players” são os primeiros a tentar capitalizar com as falhas dos outros.

O verdadeiro colega é aquele que cobre o seu colaborador para o empregador não descobrir que este falhou.

Embora este ato altruísta pareça ruim na altura, mudará de opinião quando precisar que alguém o cubra a si por qualquer razão.

Não se importa de fazer horas extra

Se existe um trabalho de grande importância para entregar breve, o verdadeiro colaborador de equipe saberá que um esforço extra vai compensar.

Este profissional trabalhará um extra pela equipe, para que tudo corra bem – se tem um empregado assim, por favor recompense-o após as horas de aperto!

É flexível em termos de substituições

Se algum dos seus empregados está doente, precisa de tirar uns dias, tem algum problema ou sofre de exaustão, então observe aquele que se voluntaria para o substituir ou que se dispõe a isso sem problemas – este é um jogador de equipe, e um bem raro em qualquer empresa.

Sabe que a empresa é a prioridade

Finalmente, o profissional com espírito de equipe trabalha com seus colegas para levantar a empresa do solo, e faz-lo sabendo que todo esse trabalho irá compensar – afinal, só com o crescimento da empresa é que seus colaboradores poderão crescer.

Tem algum “team player” nos quadros da sua empresa? Se sim, estime-o – são cada vez mais difíceis de encontrar.


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Autossabotagem pode prejudicar os negócios

Autossabotagem pode prejudicar os negócios



Autossabotagem pode prejudicar os negócios

Jim Rohn, empresário norte-americano e escritor na área de desenvolvimento pessoal e motivação no mundo, fala que: “Se realmente você quer fazer algo, encontrará uma maneira. Se não, encontrará uma desculpa”.

Atitudes como inventar desculpas, procrastinar, assumir posturas defensivas, não ouvir, ter problemas em delegar tarefas ou medo de fazer e receber avaliações de desempenho são formas de autossabotagem.

Autossabotagem pode prejudicar os negócios

Quem se boicota não possui consciência do comportamento vicioso ou indesejado e, quando o tem, não consegue ver a situação por completo, apenas em partes. Algumas características são comuns aos sabotadores, como por exemplo, o frequentemente excesso de sono, estresse e procrastinação.

Distrações excessivas também fazem parte do cotidiano do gestor ou líder que se sabota, o que afeta muitas vezes tanto as relações com a equipe e outros colaboradores no ambiente da empresa, quanto os resultados finais do negócio.

Evitar essas repetições destrutivas é difícil, mas não impossível. Como elas estão consolidadas em nosso inconsciente desde muito cedo, geralmente são atitudes e ações que estiveram presentes durante a infância e que ficaram mal resolvidas.

Por questões neurológicas, que estão ligadas ao prazer e sensação se satisfação rápidas, protelamos algumas ações que requerem mais atenção e tempo para se dedicar ao que pode ser solucionado de maneira mais rápida. Acredito que alguns pontos necessitam de atenção para dar fim a autossabotagem na vida e no ambiente de trabalho.

Definir objetivos

É necessário ter um objetivo claro, por exemplo, bons resultados na empresa, crescimento dos lucros. Saber exatamente o que se quer é a melhor forma de alcançar o que se deseja e não se boicotar na conquista dessas metas.

Planejamento

Traçar um plano para alcançar os seus objetivos é fundamental. Saber o caminho para alcançar suas metas e organizá-lo de maneira estratégica é um ótimo método contra o autoboicote.

Sacrifício x Objetivo

Seu objetivo vale mesmo os sacrifícios que tem feito na sua empresa, equipe e carreira? Se sim, está no caminho certo, os resultados certamente chegarão. Porém, em caso negativo, há que se pensar nas estratégias que vêm adotando e como as coloca em prática.

Busca por certezas

Ao traçar um objetivo, realizar um ótimo planejamento e se esforçar para conseguir alcançá-lo, certamente você obterá sucesso, certo? Nem sempre. Todos nós sempre estamos em busca de certezas, mas não temos garantia que tudo acontecerá como planejamos.

É preciso fazer o que é necessário sempre em busca de bons resultados, mesmo que eles não cheguem como foi planejado, o importante é não desistir, abandonar os projetos pela metade, mudar completamente os planos e se autossabotar.

Você conhece um gestor que sempre encontra problemas em sua equipe? Ou que sempre encontra uma forma de transferir as responsabilidades sem assumir a liderança? A autossabotagem leva as pessoas a arriscarem o sucesso de seus negócios e empresas, a carreira, e por consequência a reputação pessoal e da companhia.

O medo de aprender coisas e se ajustar a novos cenários, fazem com que, por vezes, a responsabilidade sobre os problemas seja transferida para outras pessoas e situações, trazendo à tona sentimentos como frustração, culpa e dúvida, por mais qualificado e talentoso que o profissional possa ser. Mas, fique atento, transferir responsabilidades é diferente de delegar tarefas, o líder que está atento a sua equipe, não se boicota.

De acordo com o relatório divulgado pelo Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC – Boa Vista), os pedidos de falência, em razão da atual crise econômica, tiveram alta de 9,2% nos primeiros seis meses deste ano, em comparação ao mesmo período do ano passado. Neste mesmo período, o número de pedidos de recuperação judicial teve aumento de 17,2%.

As micro e pequenas empresas representam cerca de 85% dos pedidos de falência e 87% dos pedidos de recuperação judicial. Entre os setores, os que apresentaram mais casos de pedidos de falência, 40%, foi o de serviços, seguido pelo industrial 34%, e o de comércio 26%.

Não seja mais um nas estatísticas, repense suas atitudes, reveja e reavalie seus objetivos, se necessário, mude o planejamento e não se autossabote.


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7 Passos para Captar Recursos e Empreender

7 Passos para Captar Recursos e Empreender



7 Passos para Captar Recursos e Empreender

Para muitos empreendedores, o momento de conseguir capital para fazer o negócio avançar é a hora da verdade. Isso porque buscar investidores ou tomar empréstimos requer tempo, preparo e planejamento. Ao longo da minha carreira, várias vezes ouvi de empreendedores boas razões pelas quais precisavam de recursos. Isso ocorre porque raramente os planos funcionam como esperado.

Infelizmente, a maioria dos empreendedores só recorre a um agente financeiro quando esgotou suas possibilidades, já está estressado e com o fluxo de caixa comprometido. Nessas circunstâncias, vai acabar ouvindo um não, ou tendo que aceitar um empréstimo a taxas de juros muito salgadas. Parece crueldade, mas não é. Você arriscaria seu capital numa empresa nessas circunstâncias?

7 Passos para Captar Recursos e Empreender

Planejar-se para a captação de recursos, antecipando riscos, é essencial para a saúde do seu negócio e é mais fácil conseguir uma boa linha de crédito quando você tem um saldo positivo no banco, por exemplo. Mas o empreendedor, focado naquilo que sabe e gosta de fazer, costuma deixar em segundo plano os cuidados com esse “pequeno detalhe”. Para o empreendedor ter sucesso na captação de recursos, apresento sete passos.

Nenhum negócio cresce sem dinheiro

O primeiro é o mais óbvio: se você quiser crescer, tenha certeza que vai precisar de recursos de terceiros. Portanto, prepare-se.

Entenda de onde podem vir os recursos

O segundo é tentar compreender as diferentes fontes de recursos existentes. Hoje, além do banco, o mercado oferece fundos de venture capital e privaty equity, além de soluções como o crowdfunding (plataformas de financiamento coletivo) e as doações, que podem ocorrer para projetos que tenham impacto social ou ambiental positivo.

Qual será a melhor alternativa

O terceiro passo é descobrir qual dessas alternativas é a mais adequada. Se você tem uma empresa iniciante, dificilmente receberá investimentos de um fundo que negocia grandes valores.

Existe a opção de convencer centenas de microinvestidores a acreditarem no seu negócio e investirem em você por meio de um site de crowdfunding ou conseguir acessar um investidor anjo disposto a correr o risco e colher frutos com você.

Prepare-se para convencer os outros

Seja qual for a alternativa, o quarto passo é preparar-se para convencer que seu negócio é dinâmico, saudável e tem grandes chances de sucesso. Seja convincente e apresente fatos bem fundamentados que possam comprovar o seu discurso.

Organize-se

Para contar essa história, no quinto passo, você precisará conhecer bem seu modelo de negócio, além de organizar a documentação e informações que qualquer emprestador ou investidor exigirá. É preciso ter fluxo de caixa, balanços e documentos financeiros-contábeis, assim como projeções organizadas.

Seu nome não pode estar sujo na praça e você precisará levantar as certidões negativas que existem. No setor financeiro, credibilidade e argumentos fundamentados em dados consistentes fazem a diferença.

Negociações costumam ser longas

O sexto passo é preparar-se para uma negociação longa. E, se você estiver buscando um investidor, várias decisões difíceis terão que ser tomadas. Por exemplo, qual o valor do negócio e de cada cota?; quais serão as regras da sociedade e as responsabilidades de parte a parte? Tenha sangue frio e seja honesto.

Saiba gerir os recursos

Finalmente, o dinheiro chegou e é preciso saber cuidar muito bem dele. A sétima regra é saber gerir os recursos que tomou. Seja porque precisará pagá-lo com juros ou porque o novo investidor exigirá um negócio em franca expansão. É preciso se esforçar para que o dinheiro novo seja realmente empregado para o negócio deslanchar.


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10 Dicas para a escolha do seu Ponto Comercial

10 Dicas para a escolha do seu Ponto Comercial



10 Dicas para escolha do seu Ponto Comercial

Um dos segredos do sucesso de qualquer negócio é o ponto comercial. Não basta ter um ótimo produto, bom preço e vendedores eficientes, se a localização de seu comércio não for adequada.

Muitos empreendedores cometem o erro de achar, por exemplo, que basta a rua ser movimentada para garantir muitos fregueses. Outros acham que o melhor é ficar longe de um concorrente mais forte. Se fosse assim, o Habib’s – rede de fast-food de comida árabe – teria ido à falência ainda no começo.

10 Dicas para a escolha do seu ponto comercial

Na ocasião, a rede ainda estava começando a vender franquias. Fiquei surpreso quando ele me disse que procurava sempre escolher um ponto o mais próximo possível de um Mc Donald’s.

“As pessoas têm necessidade de variar e, fatalmente, acabariam entrando um dia na minha loja”, resumiu sua estratégia, que deu tão certo que nem é preciso explicar.

De olho na rua

É preciso fazer uma pesquisa de localização. Se puder, contrate uma empresa para fazê-la. Do contrário, é amadorismo. Dizer que a rua movimentada é o melhor local pode ser precipitado.

Para alguns empreendimentos certamente é; para outros, nem tanto. Se o seu potencial cliente é de alto poder aquisitivo, por exemplo, não será interessante estar em ruas muito movimentadas.

Outro cuidado a ser tomado é com o fato de que muito movimento pode significar falta de tempo para observação. A análise do movimento deve ser feita em dias e horários diversos. Verifique os hábitos de quem transita e se os horários de movimento coincidem com a utilização de sua loja ou serviço. Mantenha-se afastado de parques e praças mal iluminadas, a segurança do cliente é muito importante.

Até o lado da rua é importante. Prefira o lado onde faz sombra à tarde. Alguns negócios dão mais certo se estiverem na mão conveniente do consumidor. Uma padaria, por exemplo, tem mais perspectivas no sentido centro-bairro.

Disponibilidade de locais para abertura de lojas

A região pode ser a ideal para o seu negócio, mas pode não haver disponibilidade de imóveis. Às vezes eles são inexistentes e, quando existem, os valores referentes ao ponto são proporcionalmente muito altos para o capital do empreendedor, o que tornaria o negócio inviável.

Em situações como essa, a solução mais apropriada é a ida para bairros, pequenos centros comerciais e shopping centers regionais, onde a análise, como sempre, deverá ser criteriosa.

Potencialidade do mercado

O ponto também depende do mercado que está ao seu redor. É preciso traçar um perfil do consumidor potencial, levando em conta itens como renda, número de carros por habitante, recolhimento do ICMS e estilos residenciais e comerciais, entre outros. Em outras palavras, é preciso certificar-se de que o seu futuro cliente realmente passa por aquele local.

Tipos de mercadoria e sistema de trabalho

Cada local, bairro ou cidade possui necessidades específicas que você pode explorar em seu ponto comercial. Por isso, é bom que você verifique se o tipo de mercadoria que você pretende oferecer e o sistema de trabalho que está pensando implantar vão ao encontro dessas necessidades.

Tendência populacional

A tendência populacional é muito importante. Além de analisar a situação presente, é preciso estudar os índices de crescimento e as expectativas gerais. São Paulo, por exemplo, tem experimentado uma redução populacional nas regiões centrais e uma forte elevação na periferia.

Em uma mesma cidade, sempre há áreas que estão em declínio de poder aquisitivo e outras em ascensão. É preciso conhecer a tendência para estar preparado quando as mudanças se consolidarem.

Localização

A proximidade a outros serviços como chaveiros, ponto de táxi, correio, banco 24 horas e até mesmo supermercados poderá ser uma associação interessante. Esse, aliás, é um dos atrativos dos shoppings.

Nesse caso, evite os finais de corredor, o último andar e outros locais de pouca movimentação. Localizar-se perto das escadas rolantes, das praças de alimentação e das lojas âncoras é mais interessante.

A vizinhança

Pode não ser bom ficar isolado, longe de outros comércios. Mas analise quem vai ser o seu vizinho. A incompatibilidade com alguns serviços é notável e afasta o cliente. Imagine, por exemplo, uma loja de perfumes ao lado de uma peixaria.

Ponto de ônibus

Essa referência também é relativa. Pode ser bom para produtos de alta circulação e baixos valores como, por exemplo as franquias de alimentação, mas ruim para produtos e serviços de maior valor aquisitivo. Nesse caso, desvaloriza o empreendimento.

Portas fechadas

Clientes de menor poder aquisitivo são receosos a portas fechadas por acharem que os preços são mais altos. Mas isso não significa que se possa descuidar do visual ou da comodidade. Já as classes média e média-alta exigem mais conforto e segurança, até mesmo no estacionamento.

Concorrência

Verifique se o mercado já não está saturado para o seu produto. Se os indícios apontarem para uma atração cumulativa, é bom – desde que o empreendedor esteja consciente do seu diferencial no mercado. É que não é interessante apenas oferecer mais do que já existe na região. É preciso se diferenciar para se sobressair.


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Como sobreviver à Crise Econômica

Como sobreviver à Crise Econômica



Como sobreviver à Crise Econômica e até sair dela melhor

A pergunta que não quer calar na cabeça de todo empreendedor é como sobreviver à crise econômica que assola o país e não deixar que todo seu trabalho se transforme em pó.

A etapa da negação, quando os mais otimistas ainda achavam que era tudo passageiro, já foi devidamente sepultada pelos péssimos números apresentados pela economia nos últimos meses. Agora é definitivo: a crise econômica está ai.

Como sobreviver à crise econômica

Agora é hora de encarar a realidade e assumir o controle da situação, antes que as coisas se tornem tão críticas que não se possa mais controlar ou que o custo para assumir este controle seja maior do que o patrimônio em si.

Comece por você e corte na carne

Se você quer saber como sobreviver à crise, comece cortando na própria carne. Sabemos que esse é um conselho que muitos empresários não gostam de ouvir, mas a primeira coisa a fazer é justamente começar as medidas de contenção por você mesmo.

O pro labore de tempos de crise, por uma questão de coerência com o cenário negocial, não pode ser igual ao dos momentos de bonança. Se a receita esta é baixa, um bom ponto para fazer uma revisão é na retirada mensal que você faz na empresa.

Alguns empresários maquiam sua situação pessoal, mantendo um pro labore elevado, como se não estivesse acontecendo nada, mas na verdade, este pro labores está sendo pago com dinheiro pego emprestado em bancos. Com as taxas de juros atuais, é suicídio!

Reveja seu mix de produtos

Outra boa dica para quem quer saber como superar a crise é analisar e criticar seu mix de produtos, tenha você um comércio, uma indústria ou empresa de prestação de serviços. Não se apegue a tradições e nem deixe que o comodismo lhe impeça de mudar. Uma das maneiras de sobreviver à crise econômica é saber se adaptar.

Se o seu produto ou serviço não se enquadra no cenário atual, busque novas alternativas e até mesmo mercado. Busque identificar novas tendências e oportunidades que possam estar surgindo nestes tempos de crise e parta para uma nova fase do seu negócio. Aproveite sua base instalada para conquistar novos mercados.

Reveja seus processos

O lado nefasto dos tempos de economia em alta e mercado bom é que muitas vezes os empreendedores relaxar em termos de controle de processos e custos. A armadilha de se colocar na zona de conforto e não fazer uma revisão desses processos e custos pode ser fatal.

Quando as margens de lucro são amplas, é comum que as pequenas e médias empresas não façam uma análise mais criteriosa de suas estruturas de custos, repassando estes para o preço ao consumidor. Em tempos de crise essa oportunidade não existe.

Reavalie sua política de preços

Outra dica importante para que está esta em busca de soluções de como sobreviver à crise é fazer uma análise séria do seu processo de precificação de produtos e serviços. Lembre-se que preço é o ponto onde vendedor e comprador se encontram, onde o valor percebido faz sentido para ambos.

Em tempos de economia bombando, as margens de lucro costumam ser mais generosas, mas quando a maré vira, o jeito é se adaptar e buscar a retenção de clientes através de preços mais competitivos. Se você no passado vendia por um preço melhor, parabéns, mas isso é passado.

Busque novos canais de vendas e distribuição

Momentos de crise são também momentos de oportunidades, por isso, se você quer saber como sobreviver à crise econômica, tenha em mente que será necessário buscar novos caminhos, e isso passa também por novos canais de vendas e distribuição, que talvez estivessem fora dos seus planos nos tempos de vacas gordas.

No caso do comércio, por exemplo, uma boa alternativa é a criação de uma loja virtual para romper as barreiras geográficas do seu negócio e passar a conquistar novos mercados. Se você planejar direito, essa opção não sai tão cara assim e pode ajudar em muito no faturamento do seu negócio.

Desligue-se do passado

Resultados passados não necessariamente refletem o desempenho futuro de uma empresa. Essa é uma máxima dos negócios e análise de investimentos. Em tempos de crise, ficar se referindo toda hora a situações passadas também não irá garantir seus resultados futuros e muito menos mudar a situação atual.

Portanto, se você quer saber como sobreviver à crise econômica, uma boa dica é deixar histórias do passado em seu devido lugar, no passado. Encare o momento de dificuldade como um novo desafio e vença! Quem vive de passado é museu!


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