10 Dicas para a escolha do seu Ponto Comercial

10 Dicas para escolha do seu Ponto Comercial

Um dos segredos do sucesso de qualquer negócio é o ponto comercial. Não basta ter um ótimo produto, bom preço e vendedores eficientes, se a localização de seu comércio não for adequada.

Muitos empreendedores cometem o erro de achar, por exemplo, que basta a rua ser movimentada para garantir muitos fregueses. Outros acham que o melhor é ficar longe de um concorrente mais forte. Se fosse assim, o Habib’s – rede de fast-food de comida árabe – teria ido à falência ainda no começo.

10 Dicas para a escolha do seu ponto comercial

Na ocasião, a rede ainda estava começando a vender franquias. Fiquei surpreso quando ele me disse que procurava sempre escolher um ponto o mais próximo possível de um Mc Donald’s.

“As pessoas têm necessidade de variar e, fatalmente, acabariam entrando um dia na minha loja”, resumiu sua estratégia, que deu tão certo que nem é preciso explicar.

De olho na rua

É preciso fazer uma pesquisa de localização. Se puder, contrate uma empresa para fazê-la. Do contrário, é amadorismo. Dizer que a rua movimentada é o melhor local pode ser precipitado.

Para alguns empreendimentos certamente é; para outros, nem tanto. Se o seu potencial cliente é de alto poder aquisitivo, por exemplo, não será interessante estar em ruas muito movimentadas.

Outro cuidado a ser tomado é com o fato de que muito movimento pode significar falta de tempo para observação. A análise do movimento deve ser feita em dias e horários diversos. Verifique os hábitos de quem transita e se os horários de movimento coincidem com a utilização de sua loja ou serviço. Mantenha-se afastado de parques e praças mal iluminadas, a segurança do cliente é muito importante.

Até o lado da rua é importante. Prefira o lado onde faz sombra à tarde. Alguns negócios dão mais certo se estiverem na mão conveniente do consumidor. Uma padaria, por exemplo, tem mais perspectivas no sentido centro-bairro.

Disponibilidade de locais para abertura de lojas

A região pode ser a ideal para o seu negócio, mas pode não haver disponibilidade de imóveis. Às vezes eles são inexistentes e, quando existem, os valores referentes ao ponto são proporcionalmente muito altos para o capital do empreendedor, o que tornaria o negócio inviável.

Em situações como essa, a solução mais apropriada é a ida para bairros, pequenos centros comerciais e shopping centers regionais, onde a análise, como sempre, deverá ser criteriosa.

Potencialidade do mercado

O ponto também depende do mercado que está ao seu redor. É preciso traçar um perfil do consumidor potencial, levando em conta itens como renda, número de carros por habitante, recolhimento do ICMS e estilos residenciais e comerciais, entre outros. Em outras palavras, é preciso certificar-se de que o seu futuro cliente realmente passa por aquele local.

Tipos de mercadoria e sistema de trabalho

Cada local, bairro ou cidade possui necessidades específicas que você pode explorar em seu ponto comercial. Por isso, é bom que você verifique se o tipo de mercadoria que você pretende oferecer e o sistema de trabalho que está pensando implantar vão ao encontro dessas necessidades.

Tendência populacional

A tendência populacional é muito importante. Além de analisar a situação presente, é preciso estudar os índices de crescimento e as expectativas gerais. São Paulo, por exemplo, tem experimentado uma redução populacional nas regiões centrais e uma forte elevação na periferia.

Em uma mesma cidade, sempre há áreas que estão em declínio de poder aquisitivo e outras em ascensão. É preciso conhecer a tendência para estar preparado quando as mudanças se consolidarem.

Localização

A proximidade a outros serviços como chaveiros, ponto de táxi, correio, banco 24 horas e até mesmo supermercados poderá ser uma associação interessante. Esse, aliás, é um dos atrativos dos shoppings.

Nesse caso, evite os finais de corredor, o último andar e outros locais de pouca movimentação. Localizar-se perto das escadas rolantes, das praças de alimentação e das lojas âncoras é mais interessante.

A vizinhança

Pode não ser bom ficar isolado, longe de outros comércios. Mas analise quem vai ser o seu vizinho. A incompatibilidade com alguns serviços é notável e afasta o cliente. Imagine, por exemplo, uma loja de perfumes ao lado de uma peixaria.

Ponto de ônibus

Essa referência também é relativa. Pode ser bom para produtos de alta circulação e baixos valores como, por exemplo as franquias de alimentação, mas ruim para produtos e serviços de maior valor aquisitivo. Nesse caso, desvaloriza o empreendimento.

Portas fechadas

Clientes de menor poder aquisitivo são receosos a portas fechadas por acharem que os preços são mais altos. Mas isso não significa que se possa descuidar do visual ou da comodidade. Já as classes média e média-alta exigem mais conforto e segurança, até mesmo no estacionamento.

Concorrência

Verifique se o mercado já não está saturado para o seu produto. Se os indícios apontarem para uma atração cumulativa, é bom – desde que o empreendedor esteja consciente do seu diferencial no mercado. É que não é interessante apenas oferecer mais do que já existe na região. É preciso se diferenciar para se sobressair.

Como sobreviver à Crise Econômica

Como sobreviver à Crise Econômica e até sair dela melhor

A pergunta que não quer calar na cabeça de todo empreendedor é como sobreviver à crise econômica que assola o país e não deixar que todo seu trabalho se transforme em pó.

A etapa da negação, quando os mais otimistas ainda achavam que era tudo passageiro, já foi devidamente sepultada pelos péssimos números apresentados pela economia nos últimos meses. Agora é definitivo: a crise econômica está ai.

Como sobreviver à crise econômica

Agora é hora de encarar a realidade e assumir o controle da situação, antes que as coisas se tornem tão críticas que não se possa mais controlar ou que o custo para assumir este controle seja maior do que o patrimônio em si.

Comece por você e corte na carne

Se você quer saber como sobreviver à crise, comece cortando na própria carne. Sabemos que esse é um conselho que muitos empresários não gostam de ouvir, mas a primeira coisa a fazer é justamente começar as medidas de contenção por você mesmo.

O pro labore de tempos de crise, por uma questão de coerência com o cenário negocial, não pode ser igual ao dos momentos de bonança. Se a receita esta é baixa, um bom ponto para fazer uma revisão é na retirada mensal que você faz na empresa.

Alguns empresários maquiam sua situação pessoal, mantendo um pro labore elevado, como se não estivesse acontecendo nada, mas na verdade, este pro labores está sendo pago com dinheiro pego emprestado em bancos. Com as taxas de juros atuais, é suicídio!

Reveja seu mix de produtos

Outra boa dica para quem quer saber como superar a crise é analisar e criticar seu mix de produtos, tenha você um comércio, uma indústria ou empresa de prestação de serviços. Não se apegue a tradições e nem deixe que o comodismo lhe impeça de mudar. Uma das maneiras de sobreviver à crise econômica é saber se adaptar.

Se o seu produto ou serviço não se enquadra no cenário atual, busque novas alternativas e até mesmo mercado. Busque identificar novas tendências e oportunidades que possam estar surgindo nestes tempos de crise e parta para uma nova fase do seu negócio. Aproveite sua base instalada para conquistar novos mercados.

Reveja seus processos

O lado nefasto dos tempos de economia em alta e mercado bom é que muitas vezes os empreendedores relaxar em termos de controle de processos e custos. A armadilha de se colocar na zona de conforto e não fazer uma revisão desses processos e custos pode ser fatal.

Quando as margens de lucro são amplas, é comum que as pequenas e médias empresas não façam uma análise mais criteriosa de suas estruturas de custos, repassando estes para o preço ao consumidor. Em tempos de crise essa oportunidade não existe.

Reavalie sua política de preços

Outra dica importante para que está esta em busca de soluções de como sobreviver à crise é fazer uma análise séria do seu processo de precificação de produtos e serviços. Lembre-se que preço é o ponto onde vendedor e comprador se encontram, onde o valor percebido faz sentido para ambos.

Em tempos de economia bombando, as margens de lucro costumam ser mais generosas, mas quando a maré vira, o jeito é se adaptar e buscar a retenção de clientes através de preços mais competitivos. Se você no passado vendia por um preço melhor, parabéns, mas isso é passado.

Busque novos canais de vendas e distribuição

Momentos de crise são também momentos de oportunidades, por isso, se você quer saber como sobreviver à crise econômica, tenha em mente que será necessário buscar novos caminhos, e isso passa também por novos canais de vendas e distribuição, que talvez estivessem fora dos seus planos nos tempos de vacas gordas.

No caso do comércio, por exemplo, uma boa alternativa é a criação de uma loja virtual para romper as barreiras geográficas do seu negócio e passar a conquistar novos mercados. Se você planejar direito, essa opção não sai tão cara assim e pode ajudar em muito no faturamento do seu negócio.

Desligue-se do passado

Resultados passados não necessariamente refletem o desempenho futuro de uma empresa. Essa é uma máxima dos negócios e análise de investimentos. Em tempos de crise, ficar se referindo toda hora a situações passadas também não irá garantir seus resultados futuros e muito menos mudar a situação atual.

Portanto, se você quer saber como sobreviver à crise econômica, uma boa dica é deixar histórias do passado em seu devido lugar, no passado. Encare o momento de dificuldade como um novo desafio e vença! Quem vive de passado é museu!

Quando proteger sua Marca

Veja quando proteger sua marca e qual a importância dessa medida

Quando uma empresa inicia suas atividades, normalmente cria uma marca para identifica-la ou para identificar o seu produto ou serviço junto ao seu público consumidor. Esta marca será importante para que o consumidor faça uma ligação direta entre o produto ou o serviço ofertado e a própria empresa, para que seja estabelecido um elo de fidelidade entre os dois lados.

Quando proteger sua marca

Dentro deste pensamento, seria lógico que esta empresa que inicia suas atividades tomasse um certo cuidado para evitar problemas no futuro, ou seja, que ela fizesse uma verificação da marca pretendida, se existe alguma empresa já utilizando-a, ou se ele corre algum risco em relação a este assunto no futuro.

Entretanto, a grande maioria das empresas que iniciam suas atividades deixa para depois este tipo de cuidado. Isso, quando ela resolve tomar alguma atitude em relação à sua marca e a proteção da mesma.

Segundo a Serasa Experian, em 2013, foram abertas 1.840.187 empresas no Brasil. Entretanto, segundo o Instituto Nacional da Propriedade Industrial, tivemos 163.587 marcas depositadas naquele órgão. Se pensarmos que, historicamente, 20% destes pedidos de marca são depositados por empresas estrangeiras, chegaremos a um número próximo de 131.000 marcas depositadas por empresas brasileiras por ano.

Leia o artigo Como Registrar Uma Marca no Brasil

A disparidade entre a quantidade de marcas depositadas e a quantidade de empresas abertas é uma monstruosidade. Se, ainda formos pensar que uma boa parte destas marcas depositadas por empresas brasileiras foram depositadas por empresas já existentes e não empresas recém criadas, a disparidade aumenta ainda mais.

Uma decisão que não deve ser adiada

Nos contatos que tenho com empresas iniciantes, startups, empresas individuais, ou qualquer outro tipo de empreendedor, a resposta é quase sempre padrão. A desculpa para tal atitude (ou falta dela) é quase sempre que, neste momento, isso demandaria um investimento que ele não possui, mas que, futuramente, ele tomará os procedimentos necessários.

É bem verdade, que a empresa que inicia tem vários tipos de gastos, tais como contadores para abertura de empresa, profissionais até mesmo para a criação do nome ou da logo, investimento em estoque, na reforma de um ponto, na compra de equipamentos, compra de móveis, entre outros.

Entretanto, na verdade, tudo indica que não é uma questão financeira, mas, sim, de cultura, e mais, de cultura de desinformação.

Como exemplo deste raciocínio, é fácil demonstrar que esta análise inicial não é tão cara como se imagina. Uma análise de viabilidade de uso de uma marca (o que chamamos de busca de marca no mercado) custa de R$ 100 a R$ 1.000,00, dependendo do profissional ou escritório especializado envolvido (lembrando que o mais caro nem sempre tem uma qualidade melhor), mas, em média, podemos dizer que fica mais próximo da parte de baixo do que da parte de cima.

E, sendo viável de utilização, o empreendedor poderá fazer uso dela e protege-la, tornando-se exclusivo no mercado, o que sempre facilita a fidelidade do consumidor. A proteção da marca, por sua vez, também não envolve valores extremamente altos. A taxa governamental envolvida para isso gira em torno de R$ 142,00 para microempresas. O custo de um profissional especializado também irá variar muito (como no caso da busca), mas, em média, ficará em torno de R$ 1.000,00 ou até menos. Tudo dependerá do profissional escolhido.

Este investimento não é alto, se pensarmos que esta busca e o depósito da marca darão uma tranquilidade ao empreendedor para que ele invista em sua marca e na conquista do seu consumidor potencial. Muitas vezes, nestas conversas com empreendedores, questiono quanto se gasta com a criação de um letreiro que identifique sua loja, ou uma embalagem para acondicionar o seu produto.

Evitando problemas futuros

Muitas vezes, comparo o registro de uma marca, com o seguro de um carro. Provavelmente, o seguro de um carro custa bem mais caro do que a proteção da sua marca, ainda mais se pensarmos que o seu carro só perde valor, enquanto que sua marca tende a criar cada vez mais valor.

Sendo assim, fica claro para o empreendedor que, na verdade, o momento de proteger a sua marca é exatamente no início de tudo. Posteriormente, existe o risco (até grande) de ter que mudar a sua marca, e avisar os seus consumidores da mudança, o que, na minha opinião, geraria um custo muito maior, fora a perda de receita pela confusão e o desconhecimento da nova marca em questão.

Portanto, fica aqui a dica. Antes de abrir o seu negócio, tome também cuidado com a sua marca. Assim, você evita problemas e trabalha tranquilo.

O que é Royalties e Fundo de Propaganda?

O que é Royalties e Fundo de Propaganda?

Royalties é uma taxa que o franqueado paga para o franqueador, pelo uso da marca patenteada.

É acertada entre as partes a forma de pagamento, se será realizado o acréscimo em cima do valor de vendas dos pontos ou em cima do percentual de compras feita pelo franqueador para o franqueado.

franquia - royalties

Quando é feito o pagamento em cima do total de vendas mensal do ponto do franqueado, isso dificulta a transação, pois é feito um cálculo em cima do volume médio de vendas, independente se o franqueado atinja esta meta no mês ou não. Além de o franqueador ter acesso a todos os dados de venda do ponto.

Normalmente muitos franqueadores, fazem o cálculo em cima do percentual de compras, quando ele é responsável pela compra de material para o ponto do franqueado claro, assim é um valor fixo, pende a ser um pouco maior do que os demais.

Pode variar entre 20% a 40% encima do total de produtos comprados para a unidade.

De onde vem?

O termo Royalty deriva do inglês e significa, “da realeza”, que sugere coisas que pertençam ao rei.

Este termo era aplicado antigamente quando se referiam ao direito que o rei tinha de receber de seus súditos, pagamentos sobre o uso de suas terras, como se fosse uma indenização, mas que se estendia apenas a recursos retirados da terra do monarca.

Este conceito que ganhou consistência no séc. XX, abrangendo outras áreas. Sendo denominada por um recurso natural ou uma marca que foi patenteada.

O que é Fundo de Propaganda?

Fundo de publicidade ou propaganda, é uma taxa cobrada do franqueado por todo o material de divulgação e publicidade de sua franquia, envolve todo material, propaganda, folders etc.

Esta distribuição e compra é feita pelo franqueador, que através desta taxa cobra do franqueado, sua parcela nesta despesa.

Esta cobrança é acertada entre as partes, e pode ser feita pelo valor total de vendas do mês ou no percentual de compras do franqueado no mês.

Esta arrecadação só se torna viável, quando o número de franquias abertas no total, conseguem suprir a arrecadação necessária para cobrir esta despesa.

Por isso é muito importante incutir em todos os franqueados, a idéia da propaganda do negócio, de como é importante e qual impacto tem sobre as vendas.

Para sua arrecadação pode ser feita de duas formas:

  • Através do Percentual de vendas: Uma opção de arrecadação pelo faturamento das unidades franqueadas. Não é um método muito aconselhado, pois o franqueado pode alterar o sistema de arrecadação, informando um faturamento menor do que realmente foi faturado, e assim prejudicando todo o sistema da empresa.
  • Através do Percentual de Compras: Isso serve tanto se o franqueador compra todo o material utilizado pelo franqueado, ou se for usado o mesmo fornecedor para tudo. É calculo o percentual encima das compras da franquia no mês.

É importante frisar, que depois da verba ter sido arrecadada, é preciso contar com uma equipe de profissionais especializados para poderem investir corretamente, pois nem sempre o franqueador tem as ferramentas ou pessoal para isso.

E assim o franqueado fica mais próximo do sistema do franqueador, participando assim de todo seu ciclo, principalmente na alma do negócio, a propaganda.

Se caso você decidir abrir uma franquia, você deve tirar todas as suas duvidas referente a Royalties e fundo de propaganda com a sua franquia, para que não fique nenhuma duvida.

Como traçar o perfil do consumidor?

Como traçar o perfil do consumidor?

Olá, caro leitor, esse artigo especial aborda um assunto que deveria ser levado em consideração por qualquer pessoa que queira se tornar, ou que já é um empreendedor. Se trata do perfil dos consumidores de seus produtos. Mas porque isso é importante? Como traçar o perfil dos consumidor? Como aplicar essas informações na prática? Continue lendo que você saberá de tudo isso.

O que é o perfil do consumidor?

Você já se perguntou o que leva às pessoas a comprar? A resposta é simples, elas compram porque possuem necessidades e são motivadas a supri-las, sejam essas necessidades reais ou criadas apenas para satisfazer algum mercado.

Sabendo disso, é possível perceber que algumas pessoas são propensas a consumir certos tipos de produtos que outras não consomem geralmente, por exemplo, mulheres grávidas não costumam comprar artigos esportivos, assim como esportistas não costumam entrar em lojas para recém nascidos.

O perfil do consumidor é uma lista de características de comportamento de um determinado grupo de pessoas, divididas por idade, classe social, personalidade, endereço, sexo, escolaridade, etc. Ou seja, como as pessoas possuem comportamentos de grupos, é possível antecipar quem vai comprar seus produtos antes mesmo de lançá-los no mercado.

Por que é importante traçar o perfil do consumidor?

O principal motivo para você traçar o perfil do consumidor é que, conhecendo os compradores para o seus produtos você será capaz de “atacar” no ponto certo para aumentar a conversão de vendas.

São tantas formas de fazer isso, como direcionar campanhas publicitárias ao público certo, fazer promoções em épocas mais adequadas de acordo com seu público, etc.

Além disso a antecipação é imprescindível para o sucesso em qualquer negócio, já que os consumidores não pensam no porque de estarem comprando, eles apenas compram. Então se você conhecer essa motivação que os leva a comprar, estará um passo à frente.

Como traçar o perfil do consumidor?

Aqui é que você terá que se deter e empenhar um tempo bom para que seu conhecimento sobre os clientes seja realmente uma vantagem. Antes de mais nada, há uma pergunta que deve ser respondida: Você já atua no mercado ou pretende começar?

Isso é importante porque, se você já for atuante, se já vende seus produtos por aí, então será bem mais fácil traçar o perfil do consumidor, já que você possui uma bagagem de experiência e um campo onde possa ser feito levantamento de dados.

Se você ainda não tem experiência no mercado que pretende começar, então o trabalho será um pouco maior, mas ainda assim é possível começar bem.

Bom, para traçar o perfil do consumidor, como já comecei a dizer no início do artigo, você deverá fazer um levantamento de várias características pessoais, físicas e motivacionais do seu cliente em potencial, como:

  • Faixa etária;
  • Classe social;
  • Sexo;
  • Endereço;
  • Estilo de vida;
  • Perfil social, ou personalidade;
  • Cultura;
  • Motivação, ou o que leva o cliente a consumir o produto;

Para saber disso tudo você vai precisar ir à campo e observar, perguntar, analisar direito as pessoas que já compram produtos iguais ao seu, ou se o seu produto for uma inovação, pensar no que levaria as pessoas a comprar, e quem compraria.

Se você já atua no mercado, além disso tudo pode ser feito pesquisas de interesses, seja por panfletos na loja ou mídias digitais como redes sociais ou aplicativos para smartphones, as possibilidades são inúmeras.

Como aplicar isso na prática e tornar esse conhecimento em uma vantagem?

Sabendo isso tudo sobre seus clientes, ou possíveis clientes, você poderá direcionar melhor suas campanhas publicitárias, por exemplo, ou aplicar técnicas de fidelização mais adequadas, aumentando assim a conversão de vendas, ou seja, vendendo mais sem aumentar o número de visitas em sua loja.

Com isso você pode até passar na frente da concorrência lançando produtos certos, para as pessoas certas na época e locais certos. Essa técnica é matadora, se você souber onde, para quem, quando e o que vender, pode ter certeza que suas vendas irão atingir níveis muito altos.

Como criar um Plano de Negócios

Como criar um Plano de Negócios

A qualquer consultor, ou profissional que você for perguntar irá lhe dizer que o mais importante antes de começar qualquer empreendimento é fazer um bom, ou melhor, um ótimo planejamento. O plano de negócios irá te dar uma segurança sem igual, além de iluminar seu caminho como empreendedor, já que você irá saber quanto, onde e quando aplicar seu capital.

O plano de negócios serve para mostrar como o seu negócio deve funcionar e em qual ramo você deve seguir para ter sucesso. Seja o seu empreendimento uma franquia ou não, com um plano de negócios, você vai conseguir analisar e estudar o mercado da sua região, analisar a concorrência, ter uma expectativa de lucro, dentre outros dados importantes para o seu negócio. Estudos e relatos de empresários bem sucedidos mostram que escrever um plano de negócios ajuda a desenvolver uma empresa mais rapidamente e aumenta suas chances de sucesso.

plano de negocios

Se você quer abrir um negócio, deve fazer o plano de negócios para sair em busca do tão sonhado sucesso financeiro. Criar uma empresa sem antes estudar os importantes pontos que um plano de negócios disponibiliza, é como abrir um negócio  as cegas, sem saber se vai dar certo ou errado. Veja as dicas que separamos logo a baixo e aprenda como criar um plano de negócios.

Escolha o segmento do seu investimento

Para você saber se a sua ideia pode ou não dar certo, ou para saber o que mudar para aumentar os ganhos você deverá fazer um plano de negócios. Ele vai forçar você a testar suas hipóteses sobre o produto ou serviços da qual você quer investir, com isso você vai pode ter uma noção de que a sua ideia de fato pode dar certo ou não.

Nem tudo o que você pensa que pode dar certo tem chances de realmente acontecer, por isso a importância de criar um plano de negócios e descobrir qual nicho, ou segmento, seu capital será aplicado com maiores chances de dar certo.  Tenha em mente que a escolha do nicho é uma das etapas mais importantes do processo, então planejar e garantir a escolha certa pode demandar tempo e dinheiro que não será desperdício.

Para manter o foco, passe uma peneira em todas as suas ideias e elabore o documento apenas com uma. Se não parecer viável em seus resultados, você faz com outro nicho.

Analise a Concorrência

Como disse o Sun Tsu em seu célebre livro “A arte da guerra”, conheça seus inimigos mais do que a si mesmo. As ideias e Sun Tsu são tão geniais que valem para tantas questões quantas se possa imaginar, inclusive no comércio. Mesmo que seja meio óbvio essa frase, mas você deve conhecer muito bem sua concorrência para não ficar para trás na corrida do mercado.

Faça uma listagem de quem são os seus concorrentes de acordo com o segmento de mercado que você escolheu. Se você for usar a Internet, liste os principais sites e suas formas de atuação. Se possível, você pode tentar fazer um documento com dados de faturamento e números de vendas ou prestação de serviços dos seu concorrentes, sejam eles grandes ou de pequeno porte. Tenha em mente que você deve se manter sempre acima e à frente da concorrência.

Localização do Empreendimento

Outro quesito importante que deve constar em seu plano de negócios é o local que você irá abrir a franquia. Ainda que a maior parte, ou pelo menos as maiores, das franqueadoras oferecem um planejamento criterioso na escolha do ponto, é bom que você tenha o seu próprio plano, já que provavelmente você conhecerá bem o mercado de sua cidade.

Capital inicial necessário

Escolhe-se o porte da empresa: pequeno, médio ou grande. Depois se lista tudo o que é necessário para abrir a empresa: montagem de estrutura, maquinário, funcionários, matéria-prima e soma-se o gasto multiplicado pelos seis primeiros meses de sobrevivência no mercado. Geralmente nos sites oficiais das franqueadoras você já poderá contar com algumas tabelas de custos.

Nos COF’s (Circular de Oferta de Franquias) você terá informações mais detalhadas sobre custos e gastos que haverão até o empreendimento começar a dar retorno.

Outros pontos que devem estar em seu plano de negócios

Devem estar ainda no documento: escolha do nome, logo, estudo da marca, pesquisa de mercado (opcional) para saber qual seria a aceitação do público diante de uma nova marca, dentre outros. Isso se você estiver pretendendo começar um negócio do zero, porque se você optar por abrir uma franquia já terá em mãos toda a consolidação da marca no mercado.

Um plano de negócios te dá mais visão do seu empreendimento

Se você tem mais de uma ideia de investimento, que tal fazer uma escolha mais sábia com base no papel? Observar dados reais do mercado e prospecção do produto ou serviço para os próximos anos que apenas prospectar baseado no que você curte mais, ou no que parece ser mais atraente a seus olhos vistos.

Um plano de negócios é elaborado por um profissional e com base no mercado atual, pode te ajudar a escolher entre duas ideias supostamente geniais e te ajudar a escolher a mais lucrativa. Mas você pode fazer seus rabiscos por conta própria também, um empreendedor que se respeite tem que saber um pouco de cada etapa do seu empreendimento.

Veja o vídeo a baixo a onde ensina como criar um plano de negócios:

Até mais e boa sorte!

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