Como sobreviver à Crise Econômica

Como sobreviver à Crise Econômica



Como sobreviver à Crise Econômica e até sair dela melhor

A pergunta que não quer calar na cabeça de todo empreendedor é como sobreviver à crise econômica que assola o país e não deixar que todo seu trabalho se transforme em pó.

A etapa da negação, quando os mais otimistas ainda achavam que era tudo passageiro, já foi devidamente sepultada pelos péssimos números apresentados pela economia nos últimos meses. Agora é definitivo: a crise econômica está ai.

Como sobreviver à crise econômica

Agora é hora de encarar a realidade e assumir o controle da situação, antes que as coisas se tornem tão críticas que não se possa mais controlar ou que o custo para assumir este controle seja maior do que o patrimônio em si.

Comece por você e corte na carne

Se você quer saber como sobreviver à crise, comece cortando na própria carne. Sabemos que esse é um conselho que muitos empresários não gostam de ouvir, mas a primeira coisa a fazer é justamente começar as medidas de contenção por você mesmo.

O pro labore de tempos de crise, por uma questão de coerência com o cenário negocial, não pode ser igual ao dos momentos de bonança. Se a receita esta é baixa, um bom ponto para fazer uma revisão é na retirada mensal que você faz na empresa.

Alguns empresários maquiam sua situação pessoal, mantendo um pro labore elevado, como se não estivesse acontecendo nada, mas na verdade, este pro labores está sendo pago com dinheiro pego emprestado em bancos. Com as taxas de juros atuais, é suicídio!

Reveja seu mix de produtos

Outra boa dica para quem quer saber como superar a crise é analisar e criticar seu mix de produtos, tenha você um comércio, uma indústria ou empresa de prestação de serviços. Não se apegue a tradições e nem deixe que o comodismo lhe impeça de mudar. Uma das maneiras de sobreviver à crise econômica é saber se adaptar.

Se o seu produto ou serviço não se enquadra no cenário atual, busque novas alternativas e até mesmo mercado. Busque identificar novas tendências e oportunidades que possam estar surgindo nestes tempos de crise e parta para uma nova fase do seu negócio. Aproveite sua base instalada para conquistar novos mercados.

Reveja seus processos

O lado nefasto dos tempos de economia em alta e mercado bom é que muitas vezes os empreendedores relaxar em termos de controle de processos e custos. A armadilha de se colocar na zona de conforto e não fazer uma revisão desses processos e custos pode ser fatal.

Quando as margens de lucro são amplas, é comum que as pequenas e médias empresas não façam uma análise mais criteriosa de suas estruturas de custos, repassando estes para o preço ao consumidor. Em tempos de crise essa oportunidade não existe.

Reavalie sua política de preços

Outra dica importante para que está esta em busca de soluções de como sobreviver à crise é fazer uma análise séria do seu processo de precificação de produtos e serviços. Lembre-se que preço é o ponto onde vendedor e comprador se encontram, onde o valor percebido faz sentido para ambos.

Em tempos de economia bombando, as margens de lucro costumam ser mais generosas, mas quando a maré vira, o jeito é se adaptar e buscar a retenção de clientes através de preços mais competitivos. Se você no passado vendia por um preço melhor, parabéns, mas isso é passado.

Busque novos canais de vendas e distribuição

Momentos de crise são também momentos de oportunidades, por isso, se você quer saber como sobreviver à crise econômica, tenha em mente que será necessário buscar novos caminhos, e isso passa também por novos canais de vendas e distribuição, que talvez estivessem fora dos seus planos nos tempos de vacas gordas.

No caso do comércio, por exemplo, uma boa alternativa é a criação de uma loja virtual para romper as barreiras geográficas do seu negócio e passar a conquistar novos mercados. Se você planejar direito, essa opção não sai tão cara assim e pode ajudar em muito no faturamento do seu negócio.

Desligue-se do passado

Resultados passados não necessariamente refletem o desempenho futuro de uma empresa. Essa é uma máxima dos negócios e análise de investimentos. Em tempos de crise, ficar se referindo toda hora a situações passadas também não irá garantir seus resultados futuros e muito menos mudar a situação atual.

Portanto, se você quer saber como sobreviver à crise econômica, uma boa dica é deixar histórias do passado em seu devido lugar, no passado. Encare o momento de dificuldade como um novo desafio e vença! Quem vive de passado é museu!


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Analise seu perfil antes de montar um Negócio

Analise seu perfil antes de montar um Negócio



Analise seu perfil antes de montar um Negócio

Muitos empreendedores se lançam no mercado, muitas vezes ignoram uma das etapas mais importantes antes de abrir um negócio, fazer uma análise pessoal e do ambiente empresarial em que está ingressando.

Essa análise inicial é necessária para medir diversos fatores que são definitivos para o sucesso, como sua aptidão e capacitação para o negócio, suporte profissional que irá precisar, capital e até que ponto você deseja chegar.

Vejamos então quais são estes pontos de questionamento e que tópicos devem ser observados nessa avaliação.

Analise seu perfil antes de montar um negócio

O que você sabe fazer

A primeira pergunta que um empreendedor deve se fazer na hora de abrir um negócio é: O que eu sei fazer? Em que áreas eu me destaco? Será que eu estou realmente capacitado para implementar e gerir minha ideia de negócio?

Fazer uma avaliação sincera da sua experiência profissional e dos conhecimentos que você possui na área que você escolheu é o primeiro grande passo para descobrir quais são as suas competências e abrir um negócio de sucesso.

Com estas respostas você poderá fazer uma análise do mercado e descobrir como oportunidades que existem mais ainda não são exploradas por que já atua no setor.

Quem poderia me ajudar nesta empreitada?

Faça uma lista de pessoas e profissionais que poderão lhe ajudar na estruturação e gestão do seu negócio, tirando-o do papel e transformando em realidade. Veja a quem que você pode recorrer para lhe dar um suporte, seu ex-chefe, por exemplo, pode acabar se transformando em um mentor.

Outra atitude que vai lhe ajudar muito é conversar com possíveis parceiros comerciais para saber se eles têm interesse em fazer negócio com sua futura empresa, e aproveite a ocasião para conseguir também algumas dicas sobre o negócio que você quer montar.

Verifique também, quais são as pessoas que você poderia recorrer para trabalhar no negócio. Veja se elas tem experiências anteriores que possam agregar know-how ao futuro negócio.

Qual é o seu número?

Saber aonde você quer chegar é fundamental. Qual é o tamanho do negócio que você quer montar e até onde você deseja crescer? É o que chamamos de“definir um número”, um tamanho para o seu negócio.

Essa informação é que vai definir o quanto você precisará de capital para iniciar o negócio, tipo de funcionários que precisará contratar ou como vai montar sua estrutura de capitalização da empresa.

Uma pequena empresa, como um comércio local ou uma franquia home based, por exemplo, precisará de muito pouco dinheiro para iniciar suas atividades. Já uma startup no setor de tecnologia, precisará de muito mais dinheiro e certamente precisará correr atrás de investimentos para ganhar escala e decolar.

Em pequenos negócios, geralmente precisar apenas de funcionários operacionais, que geralmente têm salários mais modestos, ao passo de investimentos de maior porte, precisam de pessoal com habilidades estratégicas, o que implica em remunerações maiores.

O quanto você pode perder?

É! Essa também é uma pergunta que você precisa se fazer, pois não existe garantia de sucesso no empreendedorismo. A grande maioria dos novos empreendedores faz suas projeções baseadas em crescimento constante do negócio e um faturamento, que nem sempre se confirma.

Uma pergunta muito séria a ser feita é o quanto você está disposto a perder durante os primeiros momentos do negócio sem que isso possa comprometer as suas finanças pessoais e o patrimônio que você já acumulou até aqui.

Trabalhando neste sentido, você poderá gerenciar os riscos do negócio e montar uma empresa dentro do que sua capacidade financeira aguenta. Sem essa definição, você pode acabar caindo num “buraco negro” de recursos que poderá até mesmo causar a sua ruína financeira.


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Como perder o medo de Abrir um Negócio

Como perder o medo de Abrir um Negócio



Como perder o medo de abrir um negócio – Veja algumas dicas infalíveis!

Para muitos empreendedores, perder o medo de abrir um negócio pode ser a única barreira que se coloca entre eles e uma história de empreendedorismo de sucesso. O problema é que essa barreira pode se tornar intransponível se você não souber lidar com ela.

Como perder o medo de abrir um negócio

De onde vem o medo de abrir um negócio

É natural que você tenha medo de abrir um negócio, pois afinal de contas, essa é uma decisão série e se você tiver uma família, envolve não só você como também seus familiares.

Na maioria das vezes o medo de montar um negócio próprio vem justamente do medo do desconhecido.

Sentir uma certa dose de medo de abrir um negócio é normal no início, já que as angústias e temores de uma nova situação e experiência. Você só não pode deixar que estes receios se tornem uma barreira entre você e suas iniciativas empreendedora.

Faça uma auto análise sincera

O primeiro passo para perder o medo de abrir um negócio é fazer uma auto análise. Ninguém melhor do que você para avaliar se esse medo de abrir um negócio se deve ao risco natural do mercado ou de uma incerteza sobre sua capacidade de gerir seu próprio negócio.

Escolha um negócio pela qual tenha paixão

Se o medo de abrir um negócio próprio tem como uma de suas origens, o medo do desconhecido, não faz o menor sentido se meter em um segmento que você não domine ou tenha paixão, concorda? Lembre-se que um dos objetivos de quem deseja montar um negócio próprio é a satisfação pessoal.

Pesquise exaustivamente o mercado, recorra ao Sebrae para ter informações mais detalhadas e converse com outros empreendedores para ter certeza que o segmento que você deseja abraçar é exatamente aquilo que você imagina.

Fale com outros empreendedores

É importante que você busque informações e referências, principalmente na etapa de planejamento e modelagem do seu negócio.

Outra boa ideia é tentar ouvir outros empreendedores que já possuem alguma experiência no setor. Busque saber com eles como enfrentar os momentos de dúvidas e incertezas, e de que forma enfrentaram estas situações.

Muita gente tem medo de montar um negócio por não conhecer a realidade do dia a dia do negócio, que muitas vezes elas encaram como uma barreira, e ao saber da realidade constatam que são superáveis.

Faça um planejamento detalhado

O planejamento é essencial para qualquer tipo de negócio e também funciona como ferramenta para livrar-nos do medo de montar um negócio próprio. A explicação é bem simples. Se você tiver o negócio somente em sua cabeça, é claro que ficará muito confuso.

Quando você faz um planejamento detalhado de todo o projeto e imprime, você passa a ter um documento em mãos, e isso lhe dará maior firmeza na hora de tomar decisões. Além de uma peça fundamental para qualquer iniciativa empreendedora, será de grande apoio moral.

Apresente sua ideia para amigos e familiares

O primeiro passo é validar a sua ideia de negócio. Por vezes uma ideia parece genial para quem a concebeu, mas ao ser submetida a um processo de validação, não resiste às críticas e objeções. Portanto você deve validar uma ideia de negócio.

Desenvolva um protótipo do seu produto ou serviço e o submeta à apreciação de amigos e familiares. Depois, se tiver chance, faça este mesmo teste com desconhecidos, para ter uma amostra mais imparcial em sua pesquisa.

Se o seu medo de abrir um negócio tem um forte componente de incerteza, ter uma ideia do grau de aceitação do público pode funcionar como um incentivo.

Errar faz parte do processo de aprendizado

Se você sabe andar de bicicleta, também deve saber que para chegar ao ponto que chegou, as quedas iniciais são inevitáveis. Isso funciona também nos negócios. Os erros fazem parte do aprendizado e não podem ser encarados como um fracasso decisivo.

Muita gente tem medo de montar seu próprio negócio justamente por temer que alguma coisa dê errada no meio do caminho. Se isso acontecer, encare como naturalidade, aprenda com o erro e siga em frente sem repeti-lo.


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Coaching para Empreendedores – Como Funciona

Coaching para Empreendedores – Como Funciona



Coaching para Empreendedores – Como Funciona

A aplicação das técnicas de coaching para empreendedores tem trazido resultados impressionantes em termos de sucesso nos negócios e redução de riscos.

Sabemos que para se atingir o sucesso no mundo dos negócios, é preciso lidar com habilidades específicas para reagir de forma positiva às mudanças do mercado, cenário econômico e até mesmo comportamento dos consumidores.

Coaching para empreendedores

O coaching para empreendedores visa justamente despertar e aprimorar essas habilidades, de forma a capacitar o empresário a identificar essas mudanças e o surgimento de novas oportunidades, transformando-as em resultados para o negócio.

É por isso que cada vez mais o trabalho de coaching passa a estar presente nas etapas de planejamento e preparação de novos negócios. A formatação do projeto é importante, mas igualmente importante é a preparação das pessoas envolvidas.

Como funciona o coaching para empreendedores

A aplicação do coaching no empreendedorismo é uma opção para as pessoas que desejam desenvolver habilidades que visam a ampliação da visão que possuem de um determinado objetivo, e a partir dessa compreensão mais detalhada das questões envolvidas, tomarem decisões mais acertadas sobre os rumos do negócio.

O coaching para empreendedores é um processo assistido de autoconhecimento que leva o empresário a conhecer melhor suas forças e a tirar proveito delas em prol de seus negócios.

Durante o processo de coaching, identifica-se o ponto da vida em que o cliente está e a partir desse entendimento, é trabalhado um planejamento, utilizando-se ferramentas comprovadas cientificamente, para se alcançar metas e objetivos.

O trabalho de coaching bem elaborado é desenvolvido pelo coach e o cliente por um número determinado de seções previamente combinadas. Para este trabalho é determinado um objetivo claro a ser alcançado, além de regras de comportamento e responsabilidades no decorrer do processo.

Quando um empreendedor identifica nitidamente quais são seus pontos fortes e fracos, ele percebe as situações onde eles se aplicam e se permite correr riscos calculados dentro desse cenário, lidando com os desafios de maneira prática e consciente.

Quais as vantagens do coaching no empreendedorismo

Começar uma empresa do zero, ou até mesmo contar com o apoio de uma franquia já estabelecida é um desafio e tanto. Por isso contar com um apoio que vá além de orientações legais e manuais de franquia sempre é uma ajuda bem vinda.

O coaching para pequenos empreendedores vem para ajudar neste sentido. Apoiando-se nos conceitos e técnicas do coaching para empresas, e contextualizado na realidade específica de empreendimentos de pequeno porte ele entra como mais uma ferramenta para auxiliar no desenvolvimento de novos negócios.

O coaching profissional trabalha de diversas formas, podendo tanto fortalecer e desenvolver as habilidades empreendedoras já existentes, quanto aumentar o resultado de negócios a partir de um trabalho personalizado para atender às necessidades específicas do empreendedor.

Além da aplicação na modelagem do negócio e seus processos, o coaching para empreendedores também pode ser um instrumento de auxílio na hora de identificar falhas no negócio e melhorar sua eficiência.


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Quando proteger sua Marca

Quando proteger sua Marca



Veja quando proteger sua marca e qual a importância dessa medida

Quando uma empresa inicia suas atividades, normalmente cria uma marca para identifica-la ou para identificar o seu produto ou serviço junto ao seu público consumidor. Esta marca será importante para que o consumidor faça uma ligação direta entre o produto ou o serviço ofertado e a própria empresa, para que seja estabelecido um elo de fidelidade entre os dois lados.

Quando proteger sua marca

Dentro deste pensamento, seria lógico que esta empresa que inicia suas atividades tomasse um certo cuidado para evitar problemas no futuro, ou seja, que ela fizesse uma verificação da marca pretendida, se existe alguma empresa já utilizando-a, ou se ele corre algum risco em relação a este assunto no futuro.

Entretanto, a grande maioria das empresas que iniciam suas atividades deixa para depois este tipo de cuidado. Isso, quando ela resolve tomar alguma atitude em relação à sua marca e a proteção da mesma.

Segundo a Serasa Experian, em 2013, foram abertas 1.840.187 empresas no Brasil. Entretanto, segundo o Instituto Nacional da Propriedade Industrial, tivemos 163.587 marcas depositadas naquele órgão. Se pensarmos que, historicamente, 20% destes pedidos de marca são depositados por empresas estrangeiras, chegaremos a um número próximo de 131.000 marcas depositadas por empresas brasileiras por ano.

Leia o artigo Como Registrar Uma Marca no Brasil

A disparidade entre a quantidade de marcas depositadas e a quantidade de empresas abertas é uma monstruosidade. Se, ainda formos pensar que uma boa parte destas marcas depositadas por empresas brasileiras foram depositadas por empresas já existentes e não empresas recém criadas, a disparidade aumenta ainda mais.

Uma decisão que não deve ser adiada

Nos contatos que tenho com empresas iniciantes, startups, empresas individuais, ou qualquer outro tipo de empreendedor, a resposta é quase sempre padrão. A desculpa para tal atitude (ou falta dela) é quase sempre que, neste momento, isso demandaria um investimento que ele não possui, mas que, futuramente, ele tomará os procedimentos necessários.

É bem verdade, que a empresa que inicia tem vários tipos de gastos, tais como contadores para abertura de empresa, profissionais até mesmo para a criação do nome ou da logo, investimento em estoque, na reforma de um ponto, na compra de equipamentos, compra de móveis, entre outros.

Entretanto, na verdade, tudo indica que não é uma questão financeira, mas, sim, de cultura, e mais, de cultura de desinformação.

Como exemplo deste raciocínio, é fácil demonstrar que esta análise inicial não é tão cara como se imagina. Uma análise de viabilidade de uso de uma marca (o que chamamos de busca de marca no mercado) custa de R$ 100 a R$ 1.000,00, dependendo do profissional ou escritório especializado envolvido (lembrando que o mais caro nem sempre tem uma qualidade melhor), mas, em média, podemos dizer que fica mais próximo da parte de baixo do que da parte de cima.

E, sendo viável de utilização, o empreendedor poderá fazer uso dela e protege-la, tornando-se exclusivo no mercado, o que sempre facilita a fidelidade do consumidor. A proteção da marca, por sua vez, também não envolve valores extremamente altos. A taxa governamental envolvida para isso gira em torno de R$ 142,00 para microempresas. O custo de um profissional especializado também irá variar muito (como no caso da busca), mas, em média, ficará em torno de R$ 1.000,00 ou até menos. Tudo dependerá do profissional escolhido.

Este investimento não é alto, se pensarmos que esta busca e o depósito da marca darão uma tranquilidade ao empreendedor para que ele invista em sua marca e na conquista do seu consumidor potencial. Muitas vezes, nestas conversas com empreendedores, questiono quanto se gasta com a criação de um letreiro que identifique sua loja, ou uma embalagem para acondicionar o seu produto.

Evitando problemas futuros

Muitas vezes, comparo o registro de uma marca, com o seguro de um carro. Provavelmente, o seguro de um carro custa bem mais caro do que a proteção da sua marca, ainda mais se pensarmos que o seu carro só perde valor, enquanto que sua marca tende a criar cada vez mais valor.

Sendo assim, fica claro para o empreendedor que, na verdade, o momento de proteger a sua marca é exatamente no início de tudo. Posteriormente, existe o risco (até grande) de ter que mudar a sua marca, e avisar os seus consumidores da mudança, o que, na minha opinião, geraria um custo muito maior, fora a perda de receita pela confusão e o desconhecimento da nova marca em questão.

Portanto, fica aqui a dica. Antes de abrir o seu negócio, tome também cuidado com a sua marca. Assim, você evita problemas e trabalha tranquilo.


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Franquia em Casa – Você está preparado?

Franquia em Casa – Você está preparado?



Franquia em casa – Será que você está preparado?

Ter uma franquia em casa é o sonho de muita gente. Trabalhar em casa com horários flexíveis e ser seu próprio patrão está nos planos de um número cada vez maior de brasileiros.

Se der para abrir o próprio negócio, com baixo investimento, e ainda por cima contar com uma rede de suporte, melhor ainda. É neste cenário, um ideal para muitos que surgem as franquias baratas, também conhecidas como microfranquias, que são um verdadeiro sucesso por aqui.

Franquia em Casa – Você está preparado?

Muitas empresas que oferecem a opção de abertura de uma franquia em casa com investimento inicial abaixo de R$ 50 mil têm chamado a atenção dos empreendedores e empreendedoras brasileiras.

Segundo dados da ABF – Associação Brasileira de Franchising, o setor de franquias vem crescendo e passou de 213 para 336 empresas em 2011. Elas já representam 17% do total de marcas e 4% do faturamento do setor.

Em muitos casos, o empreendedor que adota esse modelo de negócio não precisa ter um escritório já que esse tipo de empreendimento pode ser montado em casa mesmo.

Para ter uma franquia em casa é preciso avaliar se você tem o perfil

Antes de você partir para a montagem de uma franquia em casa, as conhecidas franquias Home Based, é necessário prestar atenção em algumas condições.

O grande desafio do empresário que escolhe a casa como sede é conseguir conciliar com a vida empresarial com a doméstica. “É preciso de disciplina e organização”, diz Adir Ribeiro, sócio-diretor da Praxis Education.

Ter um home office não é tudo, o mais difícil é conseguir separar o home do office. O trabalho em casa exige muita disciplina.

Ter uma franquia em casa é muito convidativo, mas a verdade é que exige também muita disciplina. É fundamental estabelecer uma rotina, com horário definido para começar o trabalho, para que o negócio em casa tenha sucesso.

“Tenha um quarto específico para trabalhar, com porta e chave. Além disso, é importante ter uma linha telefônica exclusiva para a empresa”, diz. Segundo ele, ainda que a microfranquia funcione a partir de casa, é vital sair para buscar fregueses e divulgar a marca. Não dá para se acomodar e esperar que os clientes caiam no seu colo.

Por outro lado, a formatação de uma franquia em casa traz a vantagem de diferenciar o trabalho do prestador de serviço independente, que muitas vezes atua na informalidade, de um profissional estruturado e com suporte profissional.

“Há um mecanismo importante de transferência de know-how das redes, principalmente em áreas como reforço escolar, manutenção de prédios e outros reparos”, áreas onde o Grupo Zaiom através de diversas franquias baseadas no modelo home based.

Ter uma franquia em casa envolve muito trabalho

Ao contrário de outros modelos de negócio que dependem do trabalho em equipe para funcionar, na microfranquia o bom resultado está baseado no trabalho do próprio empreendedor. “Não é um investimento, é uma operação”, diz Imperador. De acordo com ele, é o empreendedor que vai realizar a operação do negócio.

“As pessoas têm de ter afinidade e disposição para trabalhar na operação. O sucesso do negócio se vale muito mais do esforço do franqueado do que do capital”, afirma.

Ter uma franquia em casa certamente é uma ótima alternativa de negócio, mas não se esqueça que mesmo se tratando de uma microfranquia, envolve muito trabalho e dedicação.


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