Armadilhas Mentais sobre o Dinheiro

Armadilhas Mentais sobre o Dinheiro



Armadilhas mentais sobre o dinheiro que você deve evitar

Uma grande parte das pessoas no Brasil tem origem em famílias pobres ou de classe média e por isso acabam crescendo atormentadas por pensamentos comuns a pessoas pobres e da classe média.

Se você foi educado como eu, por pais que tinham muita disposição de trabalho, mas poucas oportunidades para conquistar sua independência financeira, então há uma boa chance de você ainda estar preso a armadilhas mentais sobre o dinheiro que continuam a mantê-lo prisioneiro.

Armadilhas Mentais sobre o Dinheiro

O famoso Caco Antibes, personagem de Miguel Falabella no programa Sai de Baixo, já dizia que o problema é “pensar como pobre”. É isso mesmo, muita gente não alavanca, porque ao invés de assumir o desafio de ganhar dinheiro e vencer, fica preso a conceitos e mitos que as prendem à uma situação desfavorável.

É sabido que as pessoas ricas e bem sucedidas trabalham seus pensamentos sobre o dinheiro, riqueza, finanças e investimentos de forma diferente, e isso é um dos motivos para elas terem alcançado o ponto que alcançaram. Vejamos então algumas armadilhas mentais sobre o dinheiro que podem estar impedindo o seu desenvolvimento.

O dinheiro não traz felicidade

Quantas vezes você já não ouviu isso, principalmente saindo da boca de alguém que não conseguiu ganhar dinheiro e conquistar sua vaga no clube das pessoas ricas? Se o cara não sabe o que é ter dinheiro, como sabe que ele não traz felicidade. O erro já começa por ai.

Dá para imaginar essa turma ai do lado com o cheque especial estourado, cartão de crédito atrasado e contas penduradas?

Eu nunca conheci uma pessoa rica que tinha como objetivo ser feliz enquanto eles estavam tentando ganhar dinheiro. Uma coisa não tem nada a ver com a outra. Durante toda a minha vida eu não estava na busca pela felicidade. Eu estava buscando um padrão de vida, onde eu sou livre para fazer o que eu quero fazer e o que eu mais amo.

Sei que existem pessoas felizes e infelizes. Minha esposa é a pessoa mais feliz que eu conheço e é feliz, independentemente de quanto dinheiro ela tem. Garanto-lhe que ela gosta de ter a liberdade de gastar dinheiro sem estar sempre preocupada. O dinheiro não tem o poder de fazer você feliz ou infeliz. Afinal de contas, é só dinheiro mesmo.

O dinheiro é a origem de todos os males

Em primeiro lugar, a citação está errada. O ditado original é “O amor ao dinheiro é a origem de todos os males”. Esse ditado tem sido transmitido de forma imprecisa e criou-se o falso conceito de que o dinheiro é de alguma forma uma coisa ruim. Ser rico é um direito seu, não há nada de errado com isso.

Bill Gates disse em uma aula de faculdade “Se você nasceu pobre não é culpa sua, continuar sendo pobre é”. Eu acredito que mal é não ser capaz de sustentar minha família, financiar a minha igreja, fazer uma viagem,  fazer meu negócio crescer e alimentar meus sonhos. Isso sim é ruim.

Quanto mais dinheiro mais problemas

Essa é mais uma daquelas máximas de quem tenta se justificar por não ter conseguido ganhar dinheiro ou então quebrou. Isto é simplesmente uma ideia que aqueles sem dinheiro usam para justificar ter menos ou ter quebrado.

A verdade é que quanto mais dinheiro você tiver, maior será o seu nível de controle sobre suas escolhas em todos os aspectos da sua vida. Se você está sentado em um assento de primeira classe, isso não significa que você não terá um bêbado sentado ao seu lado. Comprar seu próprio jato permite que você controle quem fica nele, mas agora você tem que contratar dois pilotos, um mecânico e abastecer o avião. Mais dinheiro pode significar novos problemas, e não mais problemas, muito pelo contrário.

Dinheiro não dá em árvore

Quem anda por ai espalhando esse conceito na verdade está sugerindo que o dinheiro é limitado e escasso. Há alguma coisa em torno de US $ 134,000,000,000,000 neste planeta – a maioria dos quais está apenas representado por dígitos em contas bancárias, contas de investimento e afins.

A única falta de dinheiro neste planeta está na cabeça das pessoas que não têm dinheiro. Portanto, levante-se e vá conquistar uma parte deste dinheiro que anda passeando por ai e pare de tentar arranjar uma desculpa para não ser bem sucedido.

É preciso ter dinheiro para ganhar dinheiro

A realidade é que mais de três quartos de todos os milionários de hoje, são milionários de primeira geração. Isso significa que as pessoas comuns ficaram ricas porque elas tiveram a coragem de implementar suas ideias.

A frase, “é preciso ter dinheiro para fazer dinheiro” é totalmente incorreta. É preciso dinheiro para ganhar mais dinheiro. Embora mais tarde na vida das pessoas ricas, elas usem o seu dinheiro para criar riqueza, no começo elas só tinham mesmo a coragem e persistência para criar dinheiro. Esta crença de que você precisa em primeiro lugar ter dinheiro para então ganhar dinheiro, transforma você em uma vítima e não lhe dá nenhuma saída.

Outro dia, outro dólar

Os trabalhadores no mundo inteiro estão vendendo tempo por dinheiro todos os dias. O seu tempo vale $10 a hora ou $50 a hora. Não importa o valor, o fato é que você está vendendo o seu tempo, e se analisar bem, você não tem muitas horas por dia para vender.

As pessoas ricas trocam dólares por tempo, porque elas sabem que o tempo é muito mais valioso do que o dinheiro. Recusando-se a trocar seu dinheiro pelo tempo de outras pessoas, muita gente acaba acreditando que a única maneira de ganhar mais dinheiro é trabalhar mais horas.

Para se ganhar dinheiro é preciso trabalhar com ele sem se prender à questão do tempo.

Maior não é necessariamente melhor

Completamente errado. Maior é sim melhor e mais estimulante. Pare agora mesmo de pensar pequeno. As melhores empresas do mundo são grandes. Ficar pensando pequeno é um completo desperdício de energia que poderia estar sendo empregada no crescimento. Eu falo sobre isso em A Regra 10X – almejar um objetivo 10 vezes maior do que você acha que é necessário. É mais divertido e vai lhe dar uma chance de sucesso maior.

Ao longo dos últimos 12 meses eu entrevistei mais de 50 empresários muito bem sucedidos que dirigem empresas de milhões de dólares, que começaram com nada. Quase todos eles me confessaram que seu maior arrependimento foi não pensar grande desde o início.

Dinheiro poupado é dinheiro ganho

Se você acreditar nisso, jamais conseguirá sua independência financeira. Se você ficar pensando em centavos, no final de tudo só terá isso mesmo, centavos. Economizar não é errado, muito pelo contrário, é um hábito que as pessoas ricas costumam cultivar.

O problema é que muita gente fica focada nessa história de poupar e acaba se esquecendo da parte mais importante da estratégia, que é ganhar mais dinheiro.

Ninguém jamais ficou rico apenas poupando, você fica rico ganhando mais, não tem mágica alguma. Dinheiro não dá cria. Nunca ouviu isso?

Qualquer pessoa rica irá lhe dizer qualquer um pode ficar rico. O grande desafio é se livrar desses “pensamentos de pobre” e encarar o desafio de vencer. Para ganhar dinheiro, em primeiro lugar você precisa ter uma atitude vencedora. O resto vem junto.

Lembre-se, você está cercado por pensamento limitado, a maioria das pessoas vivem de salário em salário. Pelo visto, tem um monte de pessoas por ai trabalhando com o pensamento ou a informação errada.


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Não seja o mais Barato, seja o Melhor

Não seja o mais Barato, seja o Melhor



Não seja o mais Barato, seja o Melhor

Uma preocupação constante de alguns empreendedores é como o seu preço se situa em relação aos preços da concorrência. Depois de pesquisar um pouco eles descobrem que seus concorrentes estão levando os preços para o seu patamar mais baixo, mesmo com o sacrifício das suas margens de lucro.

É claro que ser uma opção mais em conta, é uma ótima estratégia para quem está começando, mas você precisa estar atento a alguns pontos, antes de fazer disso sua pedra fundamental.

Não seja o mais Barato, seja o Melhor

O livro Estratégia do Oceano Azul aborda esta questão com maestria logo no início da leitura, quando mostra como o Cirque du Soleil criou um mercado totalmente diferenciado no setor de entretenimento e ao mesmo tempo eliminou toda e qualquer concorrência possível.

Você não está sozinho neste jogo

No processo de precificação de produtos e serviços, as novas empresas precisam estar cientes de que podem sim ser uma opção mais barata para o público, mas não podem esquecer, que independentemente de quão barato podem oferecer seus produtos, seus concorrentes podem resolver acompanhar esse preço baixo.

As marcas já estabelecidas e geralmente com mais capital em caixa, muitas vezes estão dispostas a perder um pouco de dinheiro no curto prazo, mas tirar o novo concorrente do mercado. Por isso, evite entrar nessa guerra de preços e ao invés disso, ofereça algo melhor do que eles.

No comércio eletrônico vemos isso com frequência, principalmente em lojas que, ao invés de aproveitarem as vantagens do e-commerce de nicho, se arriscam e partem para a competição com os grandes players.

O consumidor está disposto a pagar mais por qualidade

Não seja o mais barato, seja o melhor no seu setor
Não seja o mais barato, seja o melhor no seu setor

O preço não é o único fator levado em conta na hora de optar por um determinado produto ou serviço. Nos dias de hoje, o consumidor leva cada vez mais a questão da qualidade na hora de se decidir. Portanto, não dá para ir pelo caminho do preço e deixar de lado a qualidade.

Muitos empreendedores na hora de desenvolverem seu modelo de negócio, colocam a questão do preço como parâmetro e acabam se tornando reféns desse aspecto do negócio, muitas vezes sacrificando até mesmo a qualidade.

Além disso, essa amarra acaba bloqueando a oportunidade do desenvolvimento de produtos diferenciados e inovadores. Muitas vezes, o segredo do sucesso é justamente este, um produto mais caro, mas de melhor qualidade e diferente dos outros que já estão no mercado.

Escala nem sempre é um bom negócio

Alguns empreendedores acreditam que vendendo um volume maior com uma margem de lucro menor, pode ser a melhor opção para o seu negócio, o que chamamos de economia de escala. essa fórmula funciona em algumas situações, mas uma das alternativas para um negócio de sucesso pode ser justamente subverter esta regra.

Em alguns casos, é melhor trabalhar com um volume menor de vendas e ganhar mais por venda, do que buscar um volume cada vez maior, com uma margem de lucro reduzida. É preciso fazer muita conta para decidir o que é melhor para você e para o seu modelo de negócio.

Em alguns casos é mais interessante se voltar para um segmento do mercado que possua um valor de venda e margem de lucro maior, do que se concentrar na faixa inferior de preço. O mercado de produtos de luxo é um exemplo disso. Neste segmento, o volume de vendas é bem menor, mas em compensação, as margens são altíssimas.

Outra vantagem dessa estratégia é a redução de custos indiretos, já que para um volume menor de vendas, seus custos operacionais serão proporcionalmente menores, o que afeta a margem de lucro do produto.

Quando você estiver estruturando o seu negócio, tente se desvincular da questão do preço como balizador, porque nem sempre ser o mais barato do mercado é um bom negócio. Ser o melhor é bem mais importante. Cobrar um preço mais baixo e ser apenas “mais um” é uma estratégia que já está gasta. Ser o direferencial do mercado é o melhor caminho para quem deseja montar um negócio de sucesso.


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Características de quem tem Espírito de Equipe

Características de quem tem Espírito de Equipe



Cinco características de quem tem espírito de equipe

Hoje em dia, todo mundo menciona no currículo que tem “espírito de equipe”, mas atos falam mais alto que palavras, assim fique sabendo de algumas características de quem demonstra esta virtude em vez de apenas falar sobre ela.

Características de quem tem Espírito de Equipe

Assume responsabilidade

Um verdadeiro “team player” assume a responsabilidade pelos seus atos. Muitos dos trabalhadores hoje em dia tentam culpar seus colegas à primeira oportunidade que encontram, o que é natural devido à competitividade do mercado de trabalho hoje em dia.

Contudo, é preciso ser um bom profissional para se assumir os erros, e se você está na posição de empregador valorize isso nos seus empregados.

Preocupa-se com os colegas

O mundo hoje em dia premeia o individualismo, e muitas vezes aqueles que se dizem “team players” são os primeiros a tentar capitalizar com as falhas dos outros.

O verdadeiro colega é aquele que cobre o seu colaborador para o empregador não descobrir que este falhou.

Embora este ato altruísta pareça ruim na altura, mudará de opinião quando precisar que alguém o cubra a si por qualquer razão.

Não se importa de fazer horas extra

Se existe um trabalho de grande importância para entregar breve, o verdadeiro colaborador de equipe saberá que um esforço extra vai compensar.

Este profissional trabalhará um extra pela equipe, para que tudo corra bem – se tem um empregado assim, por favor recompense-o após as horas de aperto!

É flexível em termos de substituições

Se algum dos seus empregados está doente, precisa de tirar uns dias, tem algum problema ou sofre de exaustão, então observe aquele que se voluntaria para o substituir ou que se dispõe a isso sem problemas – este é um jogador de equipe, e um bem raro em qualquer empresa.

Sabe que a empresa é a prioridade

Finalmente, o profissional com espírito de equipe trabalha com seus colegas para levantar a empresa do solo, e faz-lo sabendo que todo esse trabalho irá compensar – afinal, só com o crescimento da empresa é que seus colaboradores poderão crescer.

Tem algum “team player” nos quadros da sua empresa? Se sim, estime-o – são cada vez mais difíceis de encontrar.


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Autossabotagem pode prejudicar os negócios

Autossabotagem pode prejudicar os negócios



Autossabotagem pode prejudicar os negócios

Jim Rohn, empresário norte-americano e escritor na área de desenvolvimento pessoal e motivação no mundo, fala que: “Se realmente você quer fazer algo, encontrará uma maneira. Se não, encontrará uma desculpa”.

Atitudes como inventar desculpas, procrastinar, assumir posturas defensivas, não ouvir, ter problemas em delegar tarefas ou medo de fazer e receber avaliações de desempenho são formas de autossabotagem.

Autossabotagem pode prejudicar os negócios

Quem se boicota não possui consciência do comportamento vicioso ou indesejado e, quando o tem, não consegue ver a situação por completo, apenas em partes. Algumas características são comuns aos sabotadores, como por exemplo, o frequentemente excesso de sono, estresse e procrastinação.

Distrações excessivas também fazem parte do cotidiano do gestor ou líder que se sabota, o que afeta muitas vezes tanto as relações com a equipe e outros colaboradores no ambiente da empresa, quanto os resultados finais do negócio.

Evitar essas repetições destrutivas é difícil, mas não impossível. Como elas estão consolidadas em nosso inconsciente desde muito cedo, geralmente são atitudes e ações que estiveram presentes durante a infância e que ficaram mal resolvidas.

Por questões neurológicas, que estão ligadas ao prazer e sensação se satisfação rápidas, protelamos algumas ações que requerem mais atenção e tempo para se dedicar ao que pode ser solucionado de maneira mais rápida. Acredito que alguns pontos necessitam de atenção para dar fim a autossabotagem na vida e no ambiente de trabalho.

Definir objetivos

É necessário ter um objetivo claro, por exemplo, bons resultados na empresa, crescimento dos lucros. Saber exatamente o que se quer é a melhor forma de alcançar o que se deseja e não se boicotar na conquista dessas metas.

Planejamento

Traçar um plano para alcançar os seus objetivos é fundamental. Saber o caminho para alcançar suas metas e organizá-lo de maneira estratégica é um ótimo método contra o autoboicote.

Sacrifício x Objetivo

Seu objetivo vale mesmo os sacrifícios que tem feito na sua empresa, equipe e carreira? Se sim, está no caminho certo, os resultados certamente chegarão. Porém, em caso negativo, há que se pensar nas estratégias que vêm adotando e como as coloca em prática.

Busca por certezas

Ao traçar um objetivo, realizar um ótimo planejamento e se esforçar para conseguir alcançá-lo, certamente você obterá sucesso, certo? Nem sempre. Todos nós sempre estamos em busca de certezas, mas não temos garantia que tudo acontecerá como planejamos.

É preciso fazer o que é necessário sempre em busca de bons resultados, mesmo que eles não cheguem como foi planejado, o importante é não desistir, abandonar os projetos pela metade, mudar completamente os planos e se autossabotar.

Você conhece um gestor que sempre encontra problemas em sua equipe? Ou que sempre encontra uma forma de transferir as responsabilidades sem assumir a liderança? A autossabotagem leva as pessoas a arriscarem o sucesso de seus negócios e empresas, a carreira, e por consequência a reputação pessoal e da companhia.

O medo de aprender coisas e se ajustar a novos cenários, fazem com que, por vezes, a responsabilidade sobre os problemas seja transferida para outras pessoas e situações, trazendo à tona sentimentos como frustração, culpa e dúvida, por mais qualificado e talentoso que o profissional possa ser. Mas, fique atento, transferir responsabilidades é diferente de delegar tarefas, o líder que está atento a sua equipe, não se boicota.

De acordo com o relatório divulgado pelo Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC – Boa Vista), os pedidos de falência, em razão da atual crise econômica, tiveram alta de 9,2% nos primeiros seis meses deste ano, em comparação ao mesmo período do ano passado. Neste mesmo período, o número de pedidos de recuperação judicial teve aumento de 17,2%.

As micro e pequenas empresas representam cerca de 85% dos pedidos de falência e 87% dos pedidos de recuperação judicial. Entre os setores, os que apresentaram mais casos de pedidos de falência, 40%, foi o de serviços, seguido pelo industrial 34%, e o de comércio 26%.

Não seja mais um nas estatísticas, repense suas atitudes, reveja e reavalie seus objetivos, se necessário, mude o planejamento e não se autossabote.


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7 Passos para Captar Recursos e Empreender

7 Passos para Captar Recursos e Empreender



7 Passos para Captar Recursos e Empreender

Para muitos empreendedores, o momento de conseguir capital para fazer o negócio avançar é a hora da verdade. Isso porque buscar investidores ou tomar empréstimos requer tempo, preparo e planejamento. Ao longo da minha carreira, várias vezes ouvi de empreendedores boas razões pelas quais precisavam de recursos. Isso ocorre porque raramente os planos funcionam como esperado.

Infelizmente, a maioria dos empreendedores só recorre a um agente financeiro quando esgotou suas possibilidades, já está estressado e com o fluxo de caixa comprometido. Nessas circunstâncias, vai acabar ouvindo um não, ou tendo que aceitar um empréstimo a taxas de juros muito salgadas. Parece crueldade, mas não é. Você arriscaria seu capital numa empresa nessas circunstâncias?

7 Passos para Captar Recursos e Empreender

Planejar-se para a captação de recursos, antecipando riscos, é essencial para a saúde do seu negócio e é mais fácil conseguir uma boa linha de crédito quando você tem um saldo positivo no banco, por exemplo. Mas o empreendedor, focado naquilo que sabe e gosta de fazer, costuma deixar em segundo plano os cuidados com esse “pequeno detalhe”. Para o empreendedor ter sucesso na captação de recursos, apresento sete passos.

Nenhum negócio cresce sem dinheiro

O primeiro é o mais óbvio: se você quiser crescer, tenha certeza que vai precisar de recursos de terceiros. Portanto, prepare-se.

Entenda de onde podem vir os recursos

O segundo é tentar compreender as diferentes fontes de recursos existentes. Hoje, além do banco, o mercado oferece fundos de venture capital e privaty equity, além de soluções como o crowdfunding (plataformas de financiamento coletivo) e as doações, que podem ocorrer para projetos que tenham impacto social ou ambiental positivo.

Qual será a melhor alternativa

O terceiro passo é descobrir qual dessas alternativas é a mais adequada. Se você tem uma empresa iniciante, dificilmente receberá investimentos de um fundo que negocia grandes valores.

Existe a opção de convencer centenas de microinvestidores a acreditarem no seu negócio e investirem em você por meio de um site de crowdfunding ou conseguir acessar um investidor anjo disposto a correr o risco e colher frutos com você.

Prepare-se para convencer os outros

Seja qual for a alternativa, o quarto passo é preparar-se para convencer que seu negócio é dinâmico, saudável e tem grandes chances de sucesso. Seja convincente e apresente fatos bem fundamentados que possam comprovar o seu discurso.

Organize-se

Para contar essa história, no quinto passo, você precisará conhecer bem seu modelo de negócio, além de organizar a documentação e informações que qualquer emprestador ou investidor exigirá. É preciso ter fluxo de caixa, balanços e documentos financeiros-contábeis, assim como projeções organizadas.

Seu nome não pode estar sujo na praça e você precisará levantar as certidões negativas que existem. No setor financeiro, credibilidade e argumentos fundamentados em dados consistentes fazem a diferença.

Negociações costumam ser longas

O sexto passo é preparar-se para uma negociação longa. E, se você estiver buscando um investidor, várias decisões difíceis terão que ser tomadas. Por exemplo, qual o valor do negócio e de cada cota?; quais serão as regras da sociedade e as responsabilidades de parte a parte? Tenha sangue frio e seja honesto.

Saiba gerir os recursos

Finalmente, o dinheiro chegou e é preciso saber cuidar muito bem dele. A sétima regra é saber gerir os recursos que tomou. Seja porque precisará pagá-lo com juros ou porque o novo investidor exigirá um negócio em franca expansão. É preciso se esforçar para que o dinheiro novo seja realmente empregado para o negócio deslanchar.


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10 Dicas para a escolha do seu Ponto Comercial

10 Dicas para a escolha do seu Ponto Comercial



10 Dicas para escolha do seu Ponto Comercial

Um dos segredos do sucesso de qualquer negócio é o ponto comercial. Não basta ter um ótimo produto, bom preço e vendedores eficientes, se a localização de seu comércio não for adequada.

Muitos empreendedores cometem o erro de achar, por exemplo, que basta a rua ser movimentada para garantir muitos fregueses. Outros acham que o melhor é ficar longe de um concorrente mais forte. Se fosse assim, o Habib’s – rede de fast-food de comida árabe – teria ido à falência ainda no começo.

10 Dicas para a escolha do seu ponto comercial

Na ocasião, a rede ainda estava começando a vender franquias. Fiquei surpreso quando ele me disse que procurava sempre escolher um ponto o mais próximo possível de um Mc Donald’s.

“As pessoas têm necessidade de variar e, fatalmente, acabariam entrando um dia na minha loja”, resumiu sua estratégia, que deu tão certo que nem é preciso explicar.

De olho na rua

É preciso fazer uma pesquisa de localização. Se puder, contrate uma empresa para fazê-la. Do contrário, é amadorismo. Dizer que a rua movimentada é o melhor local pode ser precipitado.

Para alguns empreendimentos certamente é; para outros, nem tanto. Se o seu potencial cliente é de alto poder aquisitivo, por exemplo, não será interessante estar em ruas muito movimentadas.

Outro cuidado a ser tomado é com o fato de que muito movimento pode significar falta de tempo para observação. A análise do movimento deve ser feita em dias e horários diversos. Verifique os hábitos de quem transita e se os horários de movimento coincidem com a utilização de sua loja ou serviço. Mantenha-se afastado de parques e praças mal iluminadas, a segurança do cliente é muito importante.

Até o lado da rua é importante. Prefira o lado onde faz sombra à tarde. Alguns negócios dão mais certo se estiverem na mão conveniente do consumidor. Uma padaria, por exemplo, tem mais perspectivas no sentido centro-bairro.

Disponibilidade de locais para abertura de lojas

A região pode ser a ideal para o seu negócio, mas pode não haver disponibilidade de imóveis. Às vezes eles são inexistentes e, quando existem, os valores referentes ao ponto são proporcionalmente muito altos para o capital do empreendedor, o que tornaria o negócio inviável.

Em situações como essa, a solução mais apropriada é a ida para bairros, pequenos centros comerciais e shopping centers regionais, onde a análise, como sempre, deverá ser criteriosa.

Potencialidade do mercado

O ponto também depende do mercado que está ao seu redor. É preciso traçar um perfil do consumidor potencial, levando em conta itens como renda, número de carros por habitante, recolhimento do ICMS e estilos residenciais e comerciais, entre outros. Em outras palavras, é preciso certificar-se de que o seu futuro cliente realmente passa por aquele local.

Tipos de mercadoria e sistema de trabalho

Cada local, bairro ou cidade possui necessidades específicas que você pode explorar em seu ponto comercial. Por isso, é bom que você verifique se o tipo de mercadoria que você pretende oferecer e o sistema de trabalho que está pensando implantar vão ao encontro dessas necessidades.

Tendência populacional

A tendência populacional é muito importante. Além de analisar a situação presente, é preciso estudar os índices de crescimento e as expectativas gerais. São Paulo, por exemplo, tem experimentado uma redução populacional nas regiões centrais e uma forte elevação na periferia.

Em uma mesma cidade, sempre há áreas que estão em declínio de poder aquisitivo e outras em ascensão. É preciso conhecer a tendência para estar preparado quando as mudanças se consolidarem.

Localização

A proximidade a outros serviços como chaveiros, ponto de táxi, correio, banco 24 horas e até mesmo supermercados poderá ser uma associação interessante. Esse, aliás, é um dos atrativos dos shoppings.

Nesse caso, evite os finais de corredor, o último andar e outros locais de pouca movimentação. Localizar-se perto das escadas rolantes, das praças de alimentação e das lojas âncoras é mais interessante.

A vizinhança

Pode não ser bom ficar isolado, longe de outros comércios. Mas analise quem vai ser o seu vizinho. A incompatibilidade com alguns serviços é notável e afasta o cliente. Imagine, por exemplo, uma loja de perfumes ao lado de uma peixaria.

Ponto de ônibus

Essa referência também é relativa. Pode ser bom para produtos de alta circulação e baixos valores como, por exemplo as franquias de alimentação, mas ruim para produtos e serviços de maior valor aquisitivo. Nesse caso, desvaloriza o empreendimento.

Portas fechadas

Clientes de menor poder aquisitivo são receosos a portas fechadas por acharem que os preços são mais altos. Mas isso não significa que se possa descuidar do visual ou da comodidade. Já as classes média e média-alta exigem mais conforto e segurança, até mesmo no estacionamento.

Concorrência

Verifique se o mercado já não está saturado para o seu produto. Se os indícios apontarem para uma atração cumulativa, é bom – desde que o empreendedor esteja consciente do seu diferencial no mercado. É que não é interessante apenas oferecer mais do que já existe na região. É preciso se diferenciar para se sobressair.


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